Amsterdam é só alegria!

Muita gente fala que quatro dias é pouco tempo para visitar uma cidade. Dependendo da cidade e de quantos passeios e locais você quer conhecer, é sim. Mas se você souber aproveitar seu tempo ao máximo e tentar seguir um roteirinho pré-estabelecido, quatro dias podem ser suficientes! Principalmente se a cidade não for tããão grande.

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Foi assim em Amsterdam! Eu e minha amiga estávamos em Londres e resolvemos ir pra lá de ônibus. Compramos o tíquete no site da National Express e viajamos a noite inteira, cerca de 11h de viagem. Mas não pensem que você vai dormindo e balançando o tempo inteiro dentro do ônibus não, porque é bem diferente!

Saímos da Victoria Coach Station, em Londres, e, quando chegamos em Dover, cidade costal inglesa, nosso ônibus entrou em uma balsa. Porém, não se pode ficar dentro do ônibus, o que não foi problema algum. A balsa é enorme, com restaurantes, lojas, sofás enormes para tirar um cochilo e, para a alegria da minha amiga, fliperama! Ela subiu numa motoca e quase que segue viagem para Amsterdam ali em cima mesmo! 

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O trajeto na balsa levou cerca de 1h30 e deu aquela quebrada na monotonia da viagem noturna de ônibus. De volta à terra firme, dormimos até chegarmos em Amsterdam. 

O clima estava nublado, mas não muito frio. As placas de sinalização são ilegíveis para nós, que falamos apenas Português e Inglês. Mas, com a ajuda de um mapa, tudo fica mais fácil. Descobrimos um ônibus elétrico que nos levou até próximo ao nosso hotel, onde deixamos as malas e já saímos para desbravar aquela linda cidade, diga-se de passagem, um dos destinos mais populares da Europa.

Nosso hotel ficava bem pertinho do parque mais famoso de Amsterdam, o Vondelpark, então, essa foi nossa primeira parada! Andamos um pouco pelas trilhas, em meio às árvores e lagos! É realmente um lugar lindo e relaxante, que merece ser visitado.

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De lá, fomos perambular pelos famosos canais. São mais de 160 deles, interligados por mais de 1.000 pontes. Ao redor, as compridas e estreitas casinhas holandesas, geralmente pintadas de marrom e com janelões, completam o cenário.

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As ruas sempre lotadas de gente e, claro, de bicicletas, algo que por sinal me arrependo de não ter feito. Então, quem estiver planejando ir pra lá, inclua o passeio de bike na lista do que fazer. Caso contrário, entrará para o time dos arrependidos do qual faço parte. Só não vá esquecer onde estacionou sua magrela, pois os estacionamentos de bicicletas são de perder de vista. Algo impressionante! 

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Também fizemos o passeio de barco pelos canais. Uma forma de admirar esta belíssima cidade por um ângulo diferente e, também, uma maneira de ver de pertinho as famosas casas flutuantes, que são muitas e lindas!!

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No dia seguinte foi a vez de conhecer um pouco mais sobre uma das cervejas mais famosas (e gostosas) do mundo: a Heineken!

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A birita tem um museu especialmente para contar sua trajetória desde quando foi criada, em 1873, até hoje! O museu é super interativo e os visitantes podem provar a cerveja em vários estados de produção (o que não é nada gostoso)…

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Só mesmo no final conseguimos saboreá-la e sair bem alegres do Heineken Experience!

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E como não poderia deixar de mencionar, vai aí um passeio que deve estar sempre nos planos de quem visita Amsterdam: o Red Light District. Reserve algumas horas para perambular no famoso bairro dedicado ao entretenimento adulto, onde garotas de programa se exibem nas vitrines das casas rua afora. Isso começou com a necessidade das moças se protegerem do frio e hoje é uma das grandes atrações de Amsterdam.

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Por lá você vai ver todo tipo de gente e de todas as idades: homens, mulheres, famílias, idosos, crianças… o local é tão interessante que não passa batido por ninguém. Sex shops estão por toda parte e também tem um museu erótico para os que querem aprofundar um pouco mais no assunto. 

Ao redor do Red Light District, mais especificamente, no centro de Amsterdam, é onde estão concentradas dezenas de bares, restaurantes e coffee shops.

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Os coffee shops são pra lá de famosos, pois é onde são comercializadas drogas consideradas leves como maconha, haxixe e cogumelos, todos de uso tolerado, porém, dentro de uma política de fiscalização bem rigorosa. 

Os locais oferecem quitutes variados no cardápio como cookies, bolos, etc., que vão do ‘moderado’ ao ‘mais pesado’. Para mim, iniciante no assunto, sugeriram um cogumelo trufado. “No ano que vem”, disse a vendedora, “você pode se arriscar com um mais ‘pesadinho'”. (Veja a foto do cardápio com opções para todo mundo! A foto foi tirada da vitrine, mas dá para ter uma ideia de como os produtos são vendidos).

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Compramos o sugerido para nossas pessoas – não usuárias. Mas mal sabia eu que minha aventura não duraria nem 30 minutos. A barista explicou dos períodos de altos e baixos que o cogumelo provocaria, indo da euforia à calmaria em questão de minutos, por cerca de seis horas!!! Isso mesmo! O efeito dura aproximadamente seis horas. Também falou que não é bom consumir pelo período de uma hora após as refeições, para não prejudicar a digestão.

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Mas, apesar da aparência de uma fruta seca, o gosto é de fruta seca podre. Então, tivemos a brilhante ideia de misturar as nossas frutinhas podres em um potinho de sorvete e mandamos ver! Passados 30 minutos, eu já vendo vultos atrás de pessoas e carros e me sentindo fora do chão, senti um enjoo absurdo e passei muito mal. No mesmo momento, minha vertigem acabou e voltei ao estado de antes. Fiquei apenas me divertindo sã com as viagens de minha amiga nada sã e com a certeza absoluta de que a culpa foi toda do sorvete. E o efeito dura mesmo seis horas…

Mas deixando a loucura de lado, o qual faz parte da visita a Amsterdam, focamos na cultura! A cidade é cheia de museus para adultos e crianças, como o Madame Tussauds, o Amsterdam Museum, o Rijksmuseum – maravilhoso, diga-se de passagem -, e o mais bacana de todos na minha opinião: o Van Gogh Museum.

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Como o próprio nome já diz, o museu é dedicado a este artista plástico maravilhoso e, se assim podemos dizer, doido, por ter cortado a própria orelha com uma lâmina de barbear durante briga com um amigo e cometido suicídio aos 37 anos de idade. Apesar de ter sido diagnosticado com uma grave doença mental, ele é o autor de grandes obras como Starry Night, Sunflowers, Bedroom in Arles e muitas outras que podem ser conferidas no museu. 

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A casa de Anne Frank também é outra parada obrigatória. Localizada à beira do canal, está a residência em que ela morou com a família, a qual pode ser visitada.

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Anne Frank ficou mundialmente conhecida após a publicação do livro “O Diário de Anne Frank” em que ela relata os dois anos que ficou confinada com a família em um anexo no escritório de seu pai durante a Segunda Guerra Mundial. Livro e museu imperdíveis!

Mesmo tendo visitado as principais atrações da cidade, Amsterdam é daquele tipo de local que nos deixa com gostinho de quero mais. Talvez pelo fato de eu não ter pedalado por lá esse desejo fica ainda mais aguçado. Mas isso é o bom de não fazer tudo em uma única visita: você sempre terá uma desculpa para voltar.

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Preparem suas casas! O Halloween vem aí!

Aqui nos Estados Unidos é assim: vem chegando uma data especial e todas as casas, ruas e comércios são decorados para comemorar! Desde o começo de outubro, as pessoas estão se superando nos preparativos para o Halloween, data que aqui é levada a sério.

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Como surgiu tal festa, eu contei aqui no ano passado! Agora, este ano, quero compartilhar algumas imagens de como anda a vizinhança! Cada uma mais divertida (ou seria assustadora?!?) do que a outra! Confiram nas fotos!

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Para comer feito gente grande

Aqui nos Estados Unidos comer é uma tarefa para quem não brinca em serviço. Qualquer porção individual, praticamente, serve muito bem duas pessoas. E foi pensando no tamanho de seus pratos que o restaurant Black Angus Steakhouse, que tem várias casas espalhadas pela baía de San Francisco, Califórnia, lançou uma promoção.

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Por $42,00 duas pessoas podem escolher qualquer das entradas do cardápio para compartilhar, um prato principal para cada pessoa e qualquer das sobremesas também a ser compartilhada (ainda bem, pois é tamanho família). As entradas vão de pão de alho a nachos com filé mignon, passando pelo mix de abobrinha apimentada, frango, batata assada e camarões, que foi nossa opção. Para o prato principal, pode-se escolher uma carne, que varia entre costelinha, angus bife, filé mignon, salmão, porco ou frango com dois acompanhamentos. Por fim, a sobremesa com uma deliciosa variedade como cheesecake, brownie ou cookie com sorvete, torta de cenoura ou de quarto chocolates.

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Para pagar este preço, é preciso levar um cupom, que pode ser encontrado na internet ou nas caixas de correio (yes!). O ambiente é super agradável, com decoração country e ótimo atendimento. Excelente pedida para quem gosta de comer bem a um preço justo. Bora lá?

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Pedalinho na Bay Area

Sabe aquele domingo que o céu está tão azul que é impossível ficar em casa? Aqui tem sido assim há um bom tempo! Então, temos aproveitado o final do verão para conhecer novos lugares e fazer tividades outdoor.

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Uma das deliciosas opções é visitar o Lafayette Reservoir Recreation Area, uma reserva localizada na cidade de Lafayette, na Bay Area, a 30 minutos de San Francisco. Lá, uma diversidade de atividades está à disposição dos visitantes. Playground para as crianças, áreas de picnic, pescaria, trilhas para hicking e bike e, o melhor, pedalinhos e barcos a remos!

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Optamos pelo pedalinho e nos exercitamos (muito) por cerca de 40 minutos. A ideia inicial foi alugar pelo período mínimo de 2h e máximo de 5h! Pobres de nós, que não pedalamos nem por 1h, por cansaço puro! Os músculos das pernas já estavam pedindo para parar! É uma atividade e tanto, além de ser super divertido e com um visual lindo! Na próxima vamos no barco a remo que comrpota mais pessoas para dividir o remo!

Lafeyette Reservoir Recreation Area
3849 Mount Diablo Boulevard
Lafayette, CA
(925)284-9669

Churrasco com gostinho de Brasil

Algumas semanas atrás tive o prazer de visitar a nova churrasquaria brasileira em San Jose, cidade ao sul da baía de San Francisco. A Fogo de Chão, que já tem várias casas espalhadas pelos Estados Unidos e por outros países, agora está aqui, pertinho de mim! Quem me conhece sabe da minha paixão por churrasco! Principalmente, quando preparado por profissionais como o desta churrascaria (ou por meus cunhados, que não fica atrás)!

Esta foi a primeira vez que fui à Fogo de Chão no exterior e, como padrão, o espaço é lindo, bem decorado e com equipe super treinada a nos receber bem do começo ao fim. Mas uma das coisas que me chamou bastante atenção, foi o buffet de saladas e frios. Geralmente, as churrascarias brasileiras daqui não oferecem muita variedade no buffet e nem sempre os pratos servidos nos enchem os olhos e a boca! Mas este sim, é ótimo! Claro que ainda fica longe do buffet das Fogo de Chão brasileiras e de outras churrascarias que temos no Brasil. No entanto, temos que levar em consideração que aqui muitos estrangeiros frequentam o local e é preciso se adequar da melhor forma possível.

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Como opções tem salaminho, copas, queijos variados, palmito, cogumelos, azeitonas, uns três ou quarto tipos de salada, legumes e verduras, salmão defumado, arroz, feijão preto e pão de queijo! Aqui eu até paro para contar um pouco mais! Simplesmente o melhor que já comi na vida! Tão bom que cheguei a perguntar se eles me venderiam um pacote para eu levar pra casa. Mas não aceitaram a proposta. Ele é preparado no local e a receita é segredo de estado!

Já as carnes, aplausos à parte! São mais de 16 cortes. Me contentei com poucos: cordeiro, picanha, fraldinha e alcatra! Mas todos os outros passavam ininterruptamente por nossa mesa.

O valor do rodízio pode ser considerado caro por muitos (principalmente aos finais de semana, quando cobram $ 55 por pessoa. Por mim, valeu cada centavo, pois a qualidade é indiscutível! Já a caipirinha, cuidado! O copo é minúsculo, a que faço é mais gostosa e custa $ 15.

No entanto, é uma delicia de lugar para matar saudade do nosso churrasco e depois passear pela Santana Row, a rua mais badalada da cidade, repleta de bares, restaurantes e lojas!

Fogo de Chão – San Jose
377 Santana Row #1090
San Jose, CA
(408)244-7001

A linda meia maratona de San Francisco!

Correr é um vício, uma paixão! E aliar essa atividade a outra paixão é ainda melhor: viajar para corer, ou correr na viagem…

Já fiz isso algumas vezes e sempre amei! Quando viajo para correr, ganho de brinde vistas lindas, pois o percurso é escolhido a dedo para encantar os corredores. Já quando corro nas viagens, o brinde são as surpresas dos caminhos que optamos por passar, uma vez que, durante um city tour ou uma caminhada, certamente, não passaríamos por tais lugares por questão de tempo, ou distância…

Antes da largada, com a Bay Bridge ao fundo

Antes da largada, com a Bay Bridge ao fundo

No último final de semana, não viajei para correr e nem corri na viagem. Apesar de que, se sair de uma cidade para correr na cidade vizinha for considerado viajar para correr, assim foi feito! Participei da Meia Maratona de San Francisco. Na verdade, da First Half Marathon, levando em consideração que os inscritos podem escolher entre a primeira e a segunda meia (que são a primeira e segunda metade da maratona). Claro que, boa turista que sou, escolhi a primeira, que passa pelo Embarcadero e atravessa a Golden Gate Bridge. Esses visuais sempre nos ajudam a manter o ritmo e nos incentivam durante a prova!

Paparazzi

Paparazzi

Esta não foi minha primeira meia maratona desde que cheguei aqui, mas foi a mais especial, a começar pelo cenário que, na minha opinião, é uma das cidades mais lindas do país! E também por ter me feito lembrar do treino que fiz um mês atrás com a cia de corrida mais especial do mundo! Minha irmã!!!

Mas vamos ao trajeto: começamos a prova às 5:40 da matina, saindo da frente do Ferry Building. Seguimos por todo o Embarcadero, passando pelo Pier 39, Fishermans Wharf, Marina, Crissy Field até chegar à Golden Gate Bridge. Nesta parte é até engraçado, pois vemos TODOS os corredores (com excessão dos profissionais, claro) preparando o celular para as fotos.

Atravessando a Golden gate Bridge! Momento mais especial da prova...

Atravessando a Golden gate Bridge! Momento mais especial da prova…

O macete é corer e fotografar ao mesmo tempo, porque não rola de parar para a foto, né? Assim você não perde tempo e nem atrapalha os outros corredores, que, com certeza, ficarão enjuriados se você parar no meio do caminho para tirar fotos. Infelizmente, saí mastigando meu carbogel nas fotos feitas por fotógrafos profissionais na ponte. Então, uma dica: nunca coma ou tome seu carboidrato enquanto passa pelos pontos turísticos. Um paparazzi pode registrar este momento.

Repor energia na GGB? Nunca mais...

Repor energia na GGB? Nunca mais…

Saindo da ponte, passamos pelo Presídio, descemos o morro ladeando o Pacífico, passamos pelo Richmond District até finalizar no Golden Gate Park.

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Resumindo: é uma prova mais puxada do que as meia maratonas que estou acostumada a fazer devido a alguns morros já do meio pro final do percurso. Mas, para quem corria em BH, correr em San Francisco é tranquilo. É bom também estar preparado para o vento na Golden Gate Bridge, que estava bem forte e contra. Já o clima, estava perfeito! Nem quente, nem frio e nublado! No mais, é uma ótima maneira de se exercitar e conhecer a orla da cidade formada pela baía de San Francisco e pelo oceano pacífico.

Cruzando a linha de chegada e controlando o pace!

Cruzando a linha de chegada e controlando o pace!

A prova foi no mesmo dia da Meia Maratona Caixa do Rio de Janeiro, a minha favorita, na qual eu marcava ponto já há alguns anos. O bom foi que compensei minha ausência na meia de SF, mas, sem dúvidas, a do Rio é ainda mais especial, seja pela beleza da cidade, seja pela energia e empolgação do povo brasileiro durante uma corrida de rua. Senti falta dessa alegria estampada por aqui!

Ano que vem, com certeza, estarei presente de novo, em uma ou em outra. O que vale é fazer o que gostamos com prazer, tênis no pé e sorriso no rosto!

Adoro coleacionar medalhas! Quero mais...

Adoro coleacionar medalhas! Quero mais…

Quando eu voltar ao Brasil, quero ir a Tiradentes!

Não sei se vocês sabem, mas meu primeiro post aqui no blog foi de uma cidadezinha linda! A mais charmosa e a que mais amo! Tiradentes, em Minas Gerais, meu estado de alma, coração, vida e espírito! Não sei porque, mas aquela cidade me traz uma sensação especial, que ainda não senti em nenhum outro lugar. Não sei se por sua beleza, simplicidade, importância, charme ou tudo isso e mais um pouco junto.

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Sempre que tinha oportunidade, pegava meu carro, chamava minha mãe, minha companheira tão apaixonada quanto eu, e íamos pra lá nem que fosse para passar o dia e voltar. Minha despedida com a família antes de me mudar para os Estados Unidos foi lá. Dias das mães já foram passados lá; em grandes eventos da cidade estive presente; já fui para fazer matéria de turismo e sempre me pego pensando que, o primeiro lugar que quero ir quando voltar ao Brasil, certamente é Tiradentes.

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E quero fazer o que sempre faço: tomar café no Largo das Forras, andar de Maria Fumaça, caminhar a pé pelo centro histórico, comer frango com orapronobis no Dona Xepa, tomar cerveja em qualquer barzinho com mesa na calçada e me hospedar em uma linda pousada, com aquele típico café da manhã das Minas Gerais!

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Para quem quiser saber um pouco mais sobre essa linda cidade, veja aqui o primeiro post do blog!

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Carteira de motorista sem burocracia!

Enquanto no Brasil a gente leva muito tempo e gasta rios de dinheiro para tirar carteira de motorista, uma vez que temos que cumprir carga horária de curso de legislação mais um mínimo pré-estabelecido de horas/aula de rua, aqui nos Estados Unidos o processo é rápido e barato! Quer dizer: a velocidade só depende de você!

Aqui, para maiores de 18 anos, e quem já tem carteira de outro país (meu caso) é assim: você vai ao Departamento de Veículos Automotores (DMV) e pede o livro das leis de trânsito. Ele é um pouco extenso, mas bem simples. O básico é o básico e o que muda são algumas leis. Após ler o livro e praticar simulados disponibilizados no próprio aplicativo do DMV, você marca para fazer a prova de legislação e paga o valor de U$ 33. São 46 questões de múltipla escolha e precisa-se acertar, pelo menos, 38. Ah, e ainda se tem a vantagem de, se reprovado, poder tentar mais duas vezes!

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Passando na prova escrita, imediatamente é emitida a permissão para dirigir – válida até que se passe no exame de rua – e já se pode marcar o teste de direção (mesmo tendo carteira de outro país, devemos fazê-lo). O bom é que, com a permissão, já podemos dirigir, desde que tenhamos um adulto habilitado ao nosso lado.

Marcado o exame de rua, basta ir ao DMV, acompanhado de uma pessoa habilitada (sempre!), para fazer o teste. Ele é bem rápido e fácil. Aqui, eles não têm a intenção de fazer pegadinhas e de te reprovar, para que você seja obrigado a pagar por mais aulas… O que eles querem saber é se você conhece as leis de trânsito e se não oferece nenhum risco nas ruas. Pedem o básico: mudar de faixa, dar ré, fazer conversões à esquerda e à direita, estacionar e só! E o melhor: você faz o teste em seu próprio carro e não precisa se preocupar com controle de embreagem, sendo que aqui 90% dos carros são automáticos! Na mesma hora você já sabe o resultado e pega sua carteira provisoria até a permanente, com validade de cinco anos, chegar! Bão ou não??

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P.S. Pessoas que não sabem dirigir não precisam fazer aulas de rua. Aquele adulto, que tem habilitação válida, pode te ensinar usando o próprio carro. Somente menores de 18 anos precisam cumprir algumas horas de aulas com instrutores credenciados.

* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

Residência permanente, entenda o processo

Primeiramente, gostaria de me desculpar com vocês pela ausência no último mês! Vocês sabem como a vida é corrida em qualquer canto do mundo. E, especialmente, neste mês, recebi visitas ilustríssimas (minha irmã e meu cunhado) e, claro, acabei ficando por conta deles, matando a saudade sem fim! Também estive um pouco ocupada com o processo final da obtenção do Permanent Resident Card, mais conhecido como Green Card. Muitas pessoas têm dúvida de como obtê-lo, principalmente aquelas que desejam morar aqui e poder trabalhar. Eu mesma não fazia ideia de como é o processo de obtenção, mas tinha em mente que era algo complicado.

Na verdade, são vários os motivos que possibilitam aplicar. Mas, a primeira coisa é deixar claro que o Green Card não é um tipo de visto. Os vistos permitem entrar no país com objetivos específicos, como turismo, trânsito, trabalho, estudos, etc., por um determinado período, podendo ou não ser prolongado na época do vencimento. Já o Green Card é uma permissão de residência no país por tempo inesgotável. Ou seja, você pode entrar e sair à vontade e viver praticamente como um cidadão americano (lembrando que alguns direitos são exclusivos do cidadão), desde que cumpra com as leis do país e com outras exigências específicas ao residente permanente.

Bom, os motivos para aplicar para obtenção do Green Card são vários, como graus de parentesco de cidadãos americanos; patrocínio de empregadores – que começa com o visto de trabalho e, mais tarde, pode ser convertido em aplicação para o Green Card -; casamento com cidadão americano; e, por fim, loteria! Sim. Loteria mesmo, tipo Mega Sena. A cada ano, o governo americano sorteia uma certa quantidade de Green Cards para moradores de outros países que desejam imigrar. Porém, nós brasileiros não podemos nos cadastrar mais por já sermos muitos por aqui! Admito que fiquei admirada com esta informação, pois nunca imaginei que se poderia ganhar a residência em um país pela loto! Algo, no mínimo, curioso!

Welcome to the USA. Immigration Welcome Letter and Green Card Closeup. United States Homeland Security.

Mas, aqueles que têm direito à aplicação, podem seguir dois caminhos: 1- contratar um advogado de imigração para cuidar de todo o processo, pois eles conhecem bem todos os passos a serem dados e podem ajudar em cada detalhe; 2- contratar a minha sogra!! Brincadeiras à parte, podem fazer por conta própria, que foi o caminho que escolhi, uma vez que não é nenhum bicho de sete cabeças. Mas eu tive a vantagem de contar com a grande ajuda da minha sogra, que já havia feito o processo algumas vezes e sabia todos os formulários que eu deveria preencher, parte mais complicada do processo a meu ver, pois um formulário, algumas vezes, só é válido com o preenchimento de um segundo. Por isso a dica mais importante é: leia as instruções de cada formulário antes de preenchê-lo e vá anotando cada documento que você precisará enviar junto, como certidões, identificações, outros formulários, etc. Tudo pode ser encontrado no site da imigração.

Com estas informações em mãos, basta preencher os formulários (com muita atenção e boa memória, pois é tudo em inglês e eles nos perguntam endereços de onde moramos em 1900 e bolinha!), juntar os documentos (originais e/ou cópias) e enviar para o escritório indicado de acordo com seu local de moradia.

A partir daí, é começar a contar os dias para receber as diversas correspondências que eles mandam. No caso da aplicação por meio do casamento, o processo é bem rápido – cerca de três meses desde o envio dos documentos até o recebimento do cartão de residência permanente. Neste período, eles enviam uma carta informando o recebimento dos documentos; uma agendando a coleta das impressões digitais e foto (já para o Green Card, então, vá arrumadinho). Na terceira, informam se o pedido de permissão de trabalho foi aceito ou não. Na quarta, enviam o cartão de permissão de trabalho. Na quinta, marcam uma entrevista para ser feita com o casal.

Esta é a parte que as pessoas mais ficam apreensivas, pois, por muitas vezes, os entrevistadores separam os casais para checar se eles realmente se conhecem ou se o casamento foi realizado somente com o objetivo de obter a residência. Mas, não há para que ter medo. A entrevista é super tranquila e esta situação só ocorre caso o entrevistador desconfie da veracidade do casamento. Ao final da entrevista, você já sabe o resultado da petição e, em uma semana já recebe o cartão e pode comprar as passagens para ir pro Brasil!!!! Porque vamos combinar: voltar pra casa é bom demais!

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* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

O fantástico aquário de Monterey

Já falei aqui sobre Carmel. E, logo ali pertinho, está a pequena cidade de Monterey, na costa pacífica da Califórnia central. A cidade é bastante antiga e grande importância para todo o estado, tendo sido capital enquanto administrado pela Nova Espanha e pelo México. Foi lá que surgiram o primeiro jornal, edifício público, teatro, biblioteca pública do estado.

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Ao caminhar pelo centro, em especial pela Cannery Row, uma das principais ruas da cidade, temos a impressão de estarmos no velho oeste, em meio a construções em madeira e pontes suspensas nas ruas. Uma graça!

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Mas, uma das principais atrações da cidade, certamente, um dos principais motivos de tantos turistas passando por lá é o Monterey Bay Aquarium. Este é um dos maiores e mais conhecidos aquários de água sagada do mundo! Para visitá-lo, reserve uma manhã inteiro, pelo menos. São mais de 35 mil plantas e animais, entre eles, polvos, moreias, sardinhas, tubarões, tartarugas, cavalos-marinhos e águas-vivas. Estas são, sem dúvida, as que mais me chamaram atenção pelas suas cores intensas e movimentos hipnotisantes. Parece mais uma viagem psicodélica do que qualquer outra coisa. Tem também pinguins fofos que ficam o tempo todo brincando e arrancando risadas dos visitantes.

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Não deixe de visitar a área externa do aquário, de onde se pode avistar as lindas e simpáticas lontras se divertindo em seu grande tanque. Há, inclusive, um mini cinema, onde se pode assistir ao vídeo sobre o resgate de uma lontra bebê, que se perdeu dos pais e foi resgatada pela equipe do aquário. Uma fofura sem fim.

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O aquário conta também com uma área interativa para as crianças e com exposições variadas sobre a vida marinha. Um passeio que não pode deixar de ser feito por crianças e por adultos. Afinal, é sempre bom voltar à infância!

* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.