Volta ao mundo dos vinhos – Wine World Adventure

Em uma bela manhã de sábado, fiz um programa um tanto quanto inusitado: fiquei dentro de um motorhome, degustando o vinho oficial da Copa do Mundo, o Faces. Explico: fui com uma amiga conhecer a “casa rodante” de um amigo dela, que havia chegado, há poucos dias, de uma expedição de 2 anos e 3 meses. Ele, o pai e a irmã viajaram a bordo do motorhome, visitando os principais países produtores de vinho do mundo.

O motorhome!

O motorhome!

Trata-se da Wine World Adventure, aventura que ficou famosa mundialmente. Resumindo, o trio circulou por 34 países, percorreu 89.952 km, visitou 57 regiões vinícolas, sendo 162 vinícolas, e degustaram 2.951 vinhos. Tá bom ou quer mais?

Claro que aproveitei e bati um papo com Pedro Barros. A curiosidade é bastante e gostaria de saber alguns detalhes do dia a dia, desafios, enfim, conhecer melhor esta vida sobre quatro rodas.
Então, aqui vai um pouco desta aventura, que só me deixou com mais e mais vontade de viajar…

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Retalhos do Mundo (RM) – Pedro, me conte um pouco de onde surgiu a ideia de fazer esta expedição.

Pedro Barros – Meu pai é engenheiro e trabalhou por 35 anos na Usiminas. Lá, ele fazia palestras para funcionários e, certa vez, o tema foi ‘como realizar os sonhos de sua vida’. E meu pai sempre teve como hobby a degustação de vinhos. Assim, sempre teve, também, a vontade de ir à França e Itália aprender mais sobre a bebida. Então, questionei: – “Mas França e Itália? Você não fala nenhum dos dois idiomas”.

Naquela época, ele já estava planejando a aposentadoria, eu já trabalhava com fotografia e pensamos: – “porque não viajar mais?”. Daí, optamos por começar na Argentina e no Chile, pois lá se fala espanhol, mais fácil de entender. Além disso, tem vinícolas excepcionais, como em Mendoza, na Argentina. Decidimos: – “vamos primeiro para lá e depois vamos para a Europa”.

Começamos, então, a discutir: -“se formos para a América do Sul, temos que subir até a Califórnia também, pois alguns dos melhores vinhos estão lá”. E continuamos: – “Europa tem Hungria, com bons vinhos; tem os vinhos de sobremesa; o vinho do Porto, de Portugal. Aí o negócio foi crescendo, até chegarmos à ideia de fazer a volta ao mundo dos vinhos.

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RM – Como foi o planejamento da expedição?

Pedro – Foram três anos planejando, juntando dinheiro. Eu já trabalhava com publicidade e com fotografia. Então, a ideia foi unir as duas coisas: vinho e fotografia. Montei um projeto e fomos em busca de apoio e patrocínio. Então, conseguimos o apoio da Iveco, que nos deu o veículo. Na verdade, eles nos deram três chassis, sendo a cabine da frente e a parte de trás, mas sem nada, apenas o chassi. Fizemos, então, uma permuta com uma empresa que fabrica motorhome no Brasil.

RM – Mas aqui há mercado para a fabricação de motorhome?

Pedro – Este mercado no Brasil é muito fraco. Só existem duas empresas que fabricam no Brasil. Já nos Estados Unidos, Europa e Nova Zelândia é bem mais forte. Os países têm estrutura para isso, oferecem lugar para estacionar, descarregar, sistema de esgoto e água. Tem tudo!

Parece simples, mas dar uma volta ao mundo de motorhome não é fácil. Dá muito trabalho. Exige muito cuidado com o veículo: colocar água, gasolina, descarregar, lidar com problemas mecânicos. É realmente uma aventura. Se acaba a energia, perdemos comida. É preciso de um grande planejamento, pois você vai estar em um lugares que não conhece, que nunca viu na vida.

Interior do motorhome - dois quartos, copa/cozinha e toilet! Tudo o que uma casa precisa...

Interior do motorhome – dois quartos, copa/cozinha e toilet! Tudo o que uma casa precisa…

RM – Quando começaram a viagem?

Pedro – Saímos de Belo Horizonte em dezembro de 2011. A expedição em si, começamos em janeiro de 2012, por Florianópolis.

RM – No total, foi quanto tempo de viagem?

Pedro – Dois anos e três meses de viagem, sem parar. O tempo que parávamos, era o tempo que colocávamos o motorhome no navio para atravessar de um continente para outro, o que levava, em média, três semanas.

Na América do Sul, fizemos Brasil, Uruguai, Argentina e Chile. Em Valparaíso, colocamos o veículo no navio rumo a Houston, nos Estados Unidos. E nós íamos de avião. Então, nesse período para o transporte do carro, éramos livres para fazer o que quiséssemos.

RM – Tipo férias da viagem?

Pedro – Isso! Após a América do Sul, eu fui para a França fazer um curso de francês. Minha irmã voltou para o Brasil para ver o namorado. Então, éramos livres. Um tempo para dar uma respirada.

RM – Como foi dividido o tempo da viagem? Quanto tempo em cada país ou continente?

Pedro – Levamos quatro meses na América do Sul / férias / quatro meses na América do Norte / férias / 11 meses na Europa / férias / depois África do Sul / férias / por fim, Nova Zelândia e Austrália.

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RM – Vocês foram à Ásia?

Pedro – De Ásia, fomos apenas à Turquia. Como a ideia era visitar os principais produtores de vinho, a Ásia ficou de fora, por não ser um país produtor. Apesar de que China é grande produtor, mas são vinhos de baixa qualidade. E, além disso, é muito longe. Então, não valeria a pena.

Mas, quando estávamos na Grécia, onde passamos por Athenas, Santorini, Mikonos, que é um barato, seguimos até Istambul, na Turquia. Chegando lá, fizemos questão de atravessar a ponte e chegar na Ásia, pois a cidade é dividida em duas. Uma parte na Europa e uma na Ásia. Então, colocamos os pés lá!

RM – E, ao visitar 34 países, como era feito com relação ao idioma? Vocês dominam o inglês?

Pedro – Eu e minha irmã falamos inglês, então, quanto a isso, na Europa foi bem tranquilo. Na Alemanha, por exemplo, todo mundo fala inglês. E eles falam de forma pausada, por não ser a língua oficial, o que ajuda muito. Lá me senti bem à vontade para conversar, fiz amigos… achei que seria o contrário.

Nos Estados Unidos, por incrível que pareça, foi mais complicado do que na Alemanha, pois, como é o idioma deles, as pessoas falam muito rápido e, às vezes, é difícil acompanhar.

Já o espanhol, nós falamos também. O francês eu comecei a estudar antes de viajar e, durante a viagem, fiz um curso em Paris, então, fiquei com uma base boa. Minha irmã tem uma base de italiano, pois ela já tinha feito aulas no Brasil. Já meu pai, lê muito bem o inglês, pois ele precisava da leitura no trabalho. Então, isso nos ajudou muito.

RM – Quais foram os principais desafios da viagem?

Pedro – O principal foi a convivência. Ficávamos 24h grudados. Por mais que seja família, foi difícil. Há intimidade demais. Porém, não seria possível fazer esta mesma viagem com amigos. Não aguentaríamos. É algo para se fazer em família mesmo. Mas a convivência é difícil, viu? Pensa você ficar direto grudado neles. Decidir tudo junto, como programação, rota, etc. Então, tinha hora que precisávamos fazer passeios sozinhos. Nas grandes cidades, por exemplo, eu saia sozinho, pois sou solteiro e queria aproveitar também para curtir.

E isso foi essencial, pois, durante a viagem, passamos muito tempo em cidades do interior, visitando as vinícolas, nas regiões rurais. Não tínhamos muita coisa para fazer. Às vezes, ficávamos duas semanas em regiões vinícolas. E, depois de conhecer diversas delas, vai deixando de ser novidade, íamos ficando um pouco entediados. Então, tínhamos que saber lidar com isso também.

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RM – E outros desafios? Passaram por alguns apertos?

Pedro – Claro! Quando saímos da América do Sul, a ideia era irmos para a Califórnia, Washington e Oregon, subindo a costa até o Canadá. Mas tivemos que ir para Houston, porque não seria possível levar o carro de navio até a Califórnia. Assim, precisamos então atravessar os desertos do Texas e de Nevada para chegar à Califórnia. Nessa viagem, entrou uma pedra no ventilador do veículo e perdemos o cooler, o que fazia o motor esquentar demais. E estávamos no deserto, em pleno verão. Então, imagina o calor.

Tivemos que atravessar três mil quilômetros, de Houston para a Califórnia. Fizemos a viagem em sete dias. Ou seja, perdemos muito tempo. E essa demora aconteceu devido à dificuldade para o envio da peça para consertar o carro. Durante a viagem, a Iveco era a responsável pela manutenção do veículo. Então, qualquer problema, ela nos socorria. Mas não existe Iveco nos Estados Unidos. Porém, a Fiat (à qual a Iveco pertence) comprou a Chrysler, que nos forneceria a peça, no entanto, não tinha Chrysler aonde estávamos. Foi preciso que a Iveco brasileira enviasse a peça do Brasil para a Califórnia para podermos trocar. E aí essa viagem demorou demais.

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RM – O que fizeram nesse meio tempo de conserto do carro?

Pedro – Pensamos em ir para o Canadá, mas, lá, as praias não são boas, o vento é muito forte, tanto é que um esporte muito praticado é o windsurfe. Até cheguei a procurar um professor de windsurfe para fazer umas aulas, mas não encontrei. Então, decidimos ir para Las Vegas. Alugamos um carro e andamos uns 1.000 quilômetros até lá. Ficamos uns seis dias em Vegas. Mas, no final, não tínhamos mais nada para fazer. Três dias naquela cidade você esgota. Então, aproveitamos o tempo para descansar, pois o perrengue da viagem foi cansativo.

RM – Frio, chuva… pegaram muito?

Pedro – Nossa, passamos um aperto. Conseguimos uma corrente para colocar no pneu do carro para andarmos na neve. Mas nem mexemos na corrente. Quando começou a nevar mesmo, estávamos em Paris. Então, estacionamos em um camping e ficamos curtindo a cidade e vendo a neve cair. Não quisemos ficar rodando muito com aquele tempo. Mas, alguns dias depois, tivemos que ir para Champagne degustar alguns vinhos. Caso contrário, não daria tempo de seguirmos nosso roteiro. Fomos a Bordeuax, Valle do Loire… A França tem muita região vinícola, então, fizemos toda a rota. Mas, no caminho para Champagne, passamos aperto na estrada, pois esse veículo é muito instável. Por ser alto, ele desliza muito facilmente. E não sabíamos colocar a corrente. Então, fomos de Paris a Champagne a 20 km/h, na neve e sem a corrente.

Outro perrengue foi na Nova Zelândia. Pegamos um tornado, com chuva de granizo. De repente, o céu ficou preto, não víamos nada a nossa frente. Isso foi na cidade de Cristchurch, a qual já foi praticamente dizimada, devido aos tornados. É uma região perigosa e o tornado apareceu do nada.

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RM – Em relação à segurança, houve algum caso referente a isso?

Pedro – Quanto à segurança, foi super tranquilo. Na Europa, Austrália e Nova Zelândia, ficávamos de porta aberta, sem problema algum! No Brasil, infelizmente, não podemos fazer isso. É impossível. Mas tivemos problemas de segurança sim, na Argentina e em Portugal.

Quando estávamos em Porto, em Portugal, íamos degustar alguns vinhos e, como não achávamos vaga para o motorhome, estacionamos o veículo em um lote vago e fomos fazer a degustação. Ao final, fui fazer umas fotos do pôr do sol maravilhoso e meu pai foi me acompanhar. Enquanto isso, minha irmã voltou para o carro. Quando ela chegou, o motorhome estava arrombado e levaram três laptops. Tivemos que comprar outros, pois era ferramenta de trabalho. Podiam até ter levado mais coisas, pertences nossos. Mas acredito que pegaram o que estava ao alcance, mais fácil de lavar.

Na Argentina, estávamos em Puerto Madryn, para fazermos mergulho com leões marinhos. Mas, na madrugada anterior, estávamos dormindo, e minha irmã ouviu um barulho de vidro, por três vezes consecutivas. Quando ela foi olhar, tinham uns três meninos batendo no vidro. Eles chegaram a quebrar o vidro, para tentar entrar. Mas acabaram não entrando. Em questão de segurança, foram esses dois casos.

RM – Como era a estrutura para motorhome nos países visitados? Toda cidade tinha lugar para parar para dormir? Por exemplo, onde deixavam o carro durante as noites em Nova Iorque?

Pedro – Sempre pesquisávamos antes a estrutura das cidade que íamos visitar. Em NY, deixávamos o carro em New Jersey, cidade bem próxima. E íamos para NY de metrô, fazíamos nossa programação, como ir a um jogo do US Open, já que o tênis é uma de nossas paixões, e depois voltávamos para New Jersey. Em cidades grandes era sempre mais difícil de parar. Mas diversas delas tinham ótima estrutura com campings e tudo que precisávamos.

O nosso motorhome não é dos maiores, como os americanos, que são enormes, e nem pequenos como os da Europa. É um tamanho intermediário. Então, passamos aperto na Europa, pois não tinha tanto lugar para parar um carro daquele tamanho.

Horácio e Pedro

Horácio e Pedro

RM – Faziam comida em ‘casa’ ou comiam na rua?

Pedro – No começo, comíamos muito em restaurantes. A ideia de comer fora era muito para conhecer a comida típica de cada local, harmonizar com vinho. Mas tem hora que você cansa de comer todos os dias fora. Além de ficar muito caro. Então, às vezes fazíamos uma comidinha em casa.

Eu e minha irmã cozinhamos alguma coisa, mas meu pai não mexe no fogão. Ele entende de vinho e gosta de comer bem. Mas, para a cozinha, íamos eu e minha irmã. Fazíamos comidinhas leves para harmonizar com vinho branco, como um salmão, por exemplo.

RM – Durante a viagem fizeram cursos sobre vinhos?

Pedro – Meu pai já tinha feito um curso, 15 anos atrás, com o Renato Costa, um sommelier de BH. Ele sempre estudou tanto e aprendeu tanto sobre vinhos, que a vivência dele, ainda mais após a viagem, foi o maior aprendizado. Eu aprendi muito com ele. Degustamos quase 3.000 vinhos. O negócio é saber comparar um com o outro mesmo!

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RM – Você e sua irmã revezavam com seu pai na direção?

Pedro – Sim, eu revezava. Minha irmã dirigiu uma vez na vida, em uma ocasião que precisávamos ir bem devagar, pois o veículo é muito grande. Era uma estrada de rípel, tipo um pedregulho, muito comum na Argentina e no Chile, que exige que vá muito devagar. Foi uma viagem demorada, pois fomos do início da Patagônia até Ushuaia, a cidade mais austral, nesta estrada. E, antes de chegar a Ushuaia, ela dirigiu um pouco. Mas, depois, nunca mais.

Mas eu e meu pai revezávamos sempre. Porém, em cidades muito grandes e movimentadas, como San Francisco ou Nova Iorque, eu não tinha paciência, pois o motorhome é muito grande. Em cidades muito pequenas também não é fácil, como as cidadezinhas europeias, as da Itália, principalmente. Mas, na estrada eu achava uma beleza. Nas autoestradas americanas eu dirigia bastante.

Eu dirigi muito nas Américas do Sul e do Norte, onde tínhamos que correr mais, pois era preciso percorrer maiores distâncias em menos tempo. Já na Europa, onde ficamos quase um ano e os países são pequenos e muito próximos uns aos outros, tínhamos mais tempo e podíamos fazer com mais calma.

RM – Vamos a uma pergunta difícil: qual país você mais gostou?

Pedro – Essa é difícil mesmo, assim como me perguntar qual o melhor vinho.
Mas eu gosto muito de natureza. Sou do tipo que prefiro ir para Miami e San Diego, que são cidades litorâneas e de praia, do que ir para Nova Iorque bater perna. Gosto também, não vou negar. Mas prefiro lugares mais calmos. Viagem para mim é para relaxar, descansar.

Se você me perguntar onde eu voltaria, com certeza, um dos países é a Nova Zelândia. Lá é um lugar que a paisagem é incrível, você vê de tudo: montanha, neve, frio, calor, lago, rio, cachoeira. E é tudo muito verde. Um país muito preservado. Gostei também da Eslovênia e da costa da Croácia. A Itália é lindíssima também.

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RM – Já que você deu a deixa, outra pergunta difícil: qual foi o melhor vinho? Não precisa falar o nome, mas me diga as melhores regiões!

Pedro – Temos vários bons vinhos. Mas alguns que marcaram foram o syrah, da Austrália; um na Patagônia, chamado Noemia. Tem o Wabs one, na Califórnia; o Cheval Blanc, na França. Nossa, tem muita coisa boa. Difícil falar um melhor.

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RM – Depois de viajar tanto, você tem vontade de ir para mais algum lugar?

Pedro – Nossa! Agora que eu tenho ainda mais vontade de viajar! Quero ir aos países que não fomos durante a expedição. Quero conhecer a Ásia. Li o livro Laowai (gringo, em mandarim), da Sônia Bridi. Ela conta sobre a experiência dela na China, e a leitura me deixou com muita vontade de conhecer o país.

Quero ir aos países nórdicos, como a Noruega. E também Tailândia, Alaska, Hawaii e México.

RM – O que vão fazer agora com o motorhome?

Pedro – Estamos com vários projetos em andamento. Estamos produzindo um livro sobre a viagem. Será um livro fotográfico, em que vamos contar a história por meio de imagens. Pretendemos lançar no segundo semestre.

No mais, o carro é nosso, então, é para laser do meu pai. Ele está agora com a Escola Itinerante de Vinhos. Assim, ele pode ir com o carro para o interior, locais que não têm infraestrutura para aulas. Tem muitas pessoas interessadas em aprender sobre vinho, mas não tem local e nem um sommelier para isso. Agora, usamos o motorhome para este fim. Levamos as taças, os vinhos e oferecemos o curso, com duração de dois dias, sendo 4h por dia. Ele ensina e eu o auxilio.

Motorhome agora dá espaço à Escola Itinerante de Vinhos

Motorhome agora dá espaço à Escola Itinerante de Vinhos

Bom, é isso! Aqui está um pouquinho desta aventura maravilhosa! Imaginem que bagagem eles trouxeram!?! É o que eu sempre digo: pare de gastar e vá viajar! Este é um aprendizado e uma riqueza que ninguém pode nos tirar nunca!

O que mais posso dizer? Acho que apenas parabenizar ao sr. Horácio Morais Barros e aos filhos Pedro Henrique Barros e Natália Vieira Barros pela expedição, pela coragem, engajamento e disponibilidade de compartilhar essa história com a gente! A eles, um brinde (com vinho, claro) de muito sucesso!

E lógico que, depois de passar uma manhã ouvindo essas histórias assentada na ‘sala de jantar’ do motorhome, apreciando um bom vinho, já comecei a matutar e trocar mensagens com meu noivo, planejando uma viagem a dois, a bordo de um motorhome. Ainda nem sei quando vamos, mas já estou contando os dias!

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