Então, é Natal! Union Square encanta com decoração!

Faltam dois dias para o Natal. Como o ano voa! Cada vez mais… Por um lado, isso é bom, porque eu adoro esta época do ano! Momento de celebrar o nascimento de Cristo, de estar perto de quem amamos, de fazer o bem e de pensarmos nos planos para o novo ano que vem vindo!

Além do lado sentimental, há também toda a magia envolvida. Quem não gosta de admirar as lindas decorações feitas para a espera do Bom Velhinho? Aqui nos Estados Unidos, assim como no Brasil, as pessoas adoram decorar as fachadas das casas. O comércio então… Imagina como fica, principalmente, se tratando do país mais capitalista do mundo! Lojas, lojas e mais lojas decoradas de cima em baixo, ruas super iluminadas e atrações especiais por todo lado.

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Em San Francisco, a Union Square foi o ponto turístico que mais me chamou atenção. Também pudera. A maioria das lojas da cidade está reunida no local. E aí, é claro, inclui-se a Macy’s, uma das maiores lojas do país! Ela fica instalada em um prédio na Union Square e é a responsável pela decoração da praça junto aos demais parceiros.

Para se ter uma ideia, este ano a loja comemora os 25 anos da montagem da árvore. Ela mede 25,5 metros de altura e é decorada com 33.000 lâmpadas de LED e 1.700 bolas vermelhas e douradas. Para completar, no local, foi montado um ringue de patinação no gelo, que funcionará até 19 de janeiro. Também alegram a área os corais que se apresentam diariamente, cantando músicas natalinas.

A beleza da Union Square se completa com as grandes lojas e hotéis que decoram suas fachadas. A própria Macy’s colocou lindas guirlandas em todas as janelas voltadas para a praça. Neimam Marcus, Saks Fifth Ave, Louis Vuiton, Williams Sonoma, Tiffany & Co., Nike e o Westin St Francis Hotel são outros destaques.

Mesmo com todo o trânsito e dificuldade de estacionar na região, vale a pena visitar a praça e sentir o clima do Natal norte-americano! E, aproveitando, desejo a todos um Natal repleto de paz e que a magia da data alegre o coração de todos!

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* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

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Para matar saudade da comida brasileira

No que se diz respeito à mesa, nós, brasileiros, somos privilegiados. Acho que somos o país com maior variedade de pratos típicos do mundo e, coincidência ou não, os melhores pratos! Boa de garfo que sou, nunca precisei sair do país para constatar isso… só pelo sabor da nossa cozinha, eu já tinha esta certeza!

Mas, foi depois que morei fora, primeiro em Londres e agora nos Estados Unidos, que percebi o quanto a nossa comida faz falta! Por isso, tive que me virar para aprender a cozinhar, pois, assim, conseguiria matar a saudade!

O negócio é que não é sempre que queremos ir para a cozinha e, além disso, experimentar temperos novos é uma delícia! A sorte são alguns brasileiros prendados que também moram fora e resolveram fazer a nossa alegria, abrindo restaurantes que servem a nossa comidinha!

Recentemente, conheci o restaurante La Fusion, que oferece pratos brasileiros e mexicanos. Ele fica em Richmond, uma das cidades da Bay Area. O local é simples e um pouco escondido, mas, da entrada já somos atraídos pelo aroma. O buffet é em estilo self service, o que é raridade por aqui (não entendo!!! Amo a praticidade destes restaurantes e o fato de podermos montar nosso próprio prato). Nos dias de semana, são servidos peixes e frangos ensopados, arroz branco e colorido, feijão carioquinha e preto, carne cozida, maionese, saladas, quiabo, macarronada e mais diversos pratos que fazem parte do nosso dia a dia. Já aos sábados e domingos, a famosa feijoada é o prato principal. Além disso, o local também oferece nossos queridos salgados como coxinha e pão de queijo. Uma delícia e super recomendado!

Já a comida mexicana do local, acho que não poderei comentar sobre! Mas, se for como a brasileira, está garantida!

La Fusion
1045, 23rd Street, Richmond, CA
(510)680-5107

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* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

A magia de Mount Shasta

A princípio, a viagem era para ver de perto o famoso Mount Shasta, vulcão localizado no norte da Califórnia, segundo maior pico da Cascade Range, cadeia montanhosa que vai do Canadá até a Califórnia. A expectativa pela neve também era grande, uma vez que, nesta época, o frio já aperta nessa região do estado. Mas, nos dias antes da viagem, a previsão do tempo veio me desanimando com relação à neve e, para confessar, também ao vulcão, já que a chuva dominava a área e avistar uma montanha altíssima em dias chuvosos é impossível. Mas, cancelar a viagem estava fora de cogitação.

No trajeto de Walnut Creek até Shasta, duas paradas se fizeram obrigatórias: a primeira delas no outlet em Vacaville, para aproveitar os descontos da Black Friday; e, a segunda, no Casino Rolling Hills, onde ganhamos uns trocadinhos que, lógico, foram gastos na viagem.

Quase chegando lá, vi que, realmente, ver o vulcão não seria possível daquela vez. O frio estava demais e a chuva também. Mas nada disso atrapalhou a viagem. O lugar é uma graça! A cidade é bem pequenininha (3400 habitantes), com uma rua principal no centro. Ficamos no Shasta Inn hotel, super aconchegante, bem no estilo do local, com paredes de madeira, lareira e bom atendimento. À noite, um show de jazz ao vivo atraiu – acho que todos – os turistas do local para o nosso hotel! De dia, conhemos as cidadezinhas da região, como Dusmuir e Weed, visitamos o Lake Siskiyou e, claro, durante todo o tempo, aproveitamos para experimentar a gastronomia da cidade. Quem passar por lá não pode deixar de tomar café da manhã no Lily’s, de provar a comida mexicana do Casa Ramos e nem de provar as delícias do Mount Shasta Pastry. À noite, o ‘point’ é o Vet’s Club, o bar mais antigo da cidade e, segredo, parece ser o único. Vale a pena conferir.

Mas, o ponto alto da viagem foi quando, de teimosos, insistindo em ver o pico do Mount Shasta naquele restinho de esperança, pegamos o carro e fomos subindo a montanha, com uma neblina super forte nos acompanhando. Mais lá para cima, começamos a ver gelo nas matas ao redor da estrada. Continuamos até nos depararmos com a pista encoberta pela neve, assim como toda a vegetação. Paramos para tirar algumas fotos e a neve voltou a cair. Ficamos por lá curtindo-na um pouco, já que não poderíamos subir mais, por estarmos sem corrente nos pneus do carro e também por sabermos que não veríamos mesmo o Mount Shasta por inteiro. Mas, também, quem quer ver algo mais estando diante deste espetáculo da natureza?

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* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.