Acapulco, no México, é um paraíso, com praias lindas e diversas atrações

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Acapulco vista do céu! Oceano Pacífico quentinho! 🙂

Ouço falar de Acapulco, no México, desde que era criança! Claro, eu sempre assistia Chaves e sabia que era lá que ele e os amigos iam passar as férias! Mas nunca imaginei que um dia eu conheceria a cidade e muito menos imaginava o quão linda ela é!

Fui recentemente para passar uma semana no The Grand Mayan, um dos hotéis da rede Vidanta. Aliás, não se trata de um hotel e sim um clube de timeshare, em que as pessoas podem se associar e têm direito a algumas semanas de hospedagem por ano, durante determinado período de tempo (que varia de acordo com o plano comprado). Os sócios podem se hospedar em qualquer Vidanta de todo o México ou em qualquer hotel da RCI, maior rede de timeshare do mundo.

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Piscinas do Vidanta Acapulco e o Oceano Pacífico ao fundo!

Viajamos pela Aeromexico, companhia que estou adorando, devido à pontualidade e ótimo serviço de bordo. Saímos de San Francisco, fizemos escala na Cidade do México e seguimos para Acapulco, em um voo de 35 minutos feito num avião pequeno da Embraer 🙂 !!! Rapidinho estávamos no Vidanta – eu, meu marido e a turma que veio do Brasil: minha irmã, meu cunhado e um casal de amigos, sócios do programa de timeshare!

Já tínhamos nos hospedado no The Grand Mayan de Cancún no ano passado, então, já sabíamos o que esperar da estrutura do Vidanta Acapulco. Algo, no mínimo, incrível! E, claro, não nos decepcionamos!

O complexo fica na praia Diamante, sul de Acapulco, costa oeste do México. O oceano que banha esta maravilhosa orla é o Pacífico. Só por isso, eu achava que a água seria um tanto quanto fria. Mas pasmem: ela é morna! Bem mais escura que a costa leste mexicana, devido à areia acinzentada, mas morna! As ondas em alguns dias estavam mais fortes e em outros nem tanto, mas sempre nos permitindo dar uns bons mergulhos e curtir muito aquele marzão!

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Na areia, várias cabanas para nos protegermos do sol forte e relaxar…

Dali da área da piscina podíamos nos bronzear admirando o mar e, vira e mexe, íamos lá para lavar a alma! Mas não apenas a área da piscina é linda como todo o hotel. Campo de golf, parque aquático, spa, academia e até área de preservação de tartarugas marinhas fazem parte da estrutura. Para preservá-las, eles coletam os ovos botados na areia e os conservam em estufas com a temperatura ideal, evitando que esquentem demais ou que sejam comidos por outros animais. Depois que as tartaruguinhas nascem, eles as liberam no mar, salvando assim a vida de várias delas que morreriam caso os ovos não fossem coletados. Não demos a sorte de vê-las sendo soltas em seu habitat natural, mas vimos rapidamente uma já adulta na areia, segundos antes de mergulhar novamente!

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Acapulco tem um dos pores do sol mais lindos que já vi!

Durante o dia, uma série de atividades como golfe, polo aquático, bingo, ginástica, aulas de dança e de espanhol mantém os visitantes ocupados. À noite, o movimento fica entre os restaurantes variados e as apresentações culturais no saguão do hotel.

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The Grand Mayan Acapulco

Aliás, a cozinha mexicana é tão boa, que merecia um post à parte! Porém, vou destacar aqui um típico restaurante que visitamos e que recomendo: o La Finca, na praia Diamante. Com decoração bem em estilo mexicano, com muitas cores e enfeites de madeira, tem um rico cardápio de comidas calientes!

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La Finca, restaurante tipicamente mexicano e com um menu surreal de bom!

City tour

Acapulco é uma cidade grande, com cerca de 687.000 mil habitantes. Ela é dividida em três partes: Acapulco velho, Acapulco novo e Diamante, que é onde ficamos. E, como todas as cidades, tem os pontos turísticos que merecem ser visitados.

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Acapulco Novo vista da Capella de La Paz

Fizemos o tour com o Miguel, guia turístico e taxista que nos atendeu durante toda a nossa estadia. Além de ser cadastrado no Vidanta, ele também é guia turístico. Deixo aqui o contato do “Miguelito” para quem for a Acapulco e quiser contratá-lo: (52)744-249-4637.

Começamos o passeio visitando a Capella de la Paz, que foi construída em homenagem à família Trouyet, que perdeu os filhos em um acidente de avião ocorrido no alto do morro onde a capela está localizada. Ecumênica, a fim de receber visitantes de todas as religiões, ela é simples, porém linda, toda feita em madeira e pedras. A vista de toda a baía de Santa Luzia, ou baía de Acapulco, é uma atração à parte.

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Capella de La Paz. Vale muito a visita!

De lá seguimos para a fábrica de jóias feitas em prata. Primeiro, vimos todo o processo de produção da prata e depois passamos pela loja, com peças lindas! Lá pode-se pechinchar bastante para conseguir melhores preços e, quanto mais se compra, maior será o desconto no final.

Próxima parada foi a mais conhecida atração de Acapulco: La Quebrada! São cliffs beirando o Pacífico que formam um visual maravilhoso.

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Mas o grande show fica a cargo dos mergulhadores que saltam de duas pontas dos cliffs, uma a 12 e outra a 20 metros de altura. O show de saltos é realizado diariamente, às 13h, e os ingressos custam $40 pesos mexicanos por pessoa (mais ou menos $2.20). Eles fazem vários tipos de saltos e precisam calcular o momento exato de pular, a fim de evitar que as ondas os lancem contra as pedras.

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Cliffs de onde mergulhadores saltam e o mirante para assistirmos ao show de saltos

Também visitamos o mercado de artesanato, que, assim como a fábrica de prata, quanto mais se compra, mais desconto tem, e o hotel Los Flamingos, um dos mais tradicionais de Acapulco, construído em 1930.

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Casa do Tarzan, localizada no hotel Los Flamingos

O hotel já hospedou dezenas de famosos hollywoodianos dos anos 50 e lá dentro do hotel está a casa do Tarzan! Ou melhor, do ator americano Jhonny Weissmiller, que atuou como Tarzan nas décadas de 1930 e 1940.

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Claro que a Chita estava por lá!

Como o filme foi gravado em Acapulco, ele se apaixonou pela cidade e comprou uma casa por lá para viver com sua esposa mexicana. A casa ainda permanece lá, intacta, desde o falecimento do ator, em 1984. E vamos combinar que ele tinha uma vista de tirar o fôlego, né?

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Vista da casa do Tarzan

Acapulco é hoje um dos destinos turísticos mais procurados do México! Na orla da praia Diamante há uma infinidade de edifícios residenciais maravilhosos, com muitos apartamentos utilizados pelos proprietários durante a alta temporada, no verão mexicano.

O clima é quente; a água é morna; a comida é maravilhosa, com tacos, enchiladas, fajitas e tampiqueñas; as margaritas são deliciosas e super refrescantes; e o povo é extremamente simpático e acolhedor! Não foi à tôa que saí de lado dizendo: “hasta la vista, Acapulco!”

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Letreiro de Acapulco, localizado na entrada para os cliffs

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Saguão do The Grand Mayan, todo com decoração Maya

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Relax na piscina do hotel

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Café nosso de cada dia

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Assistindo ao espetáculo do pôr do sol

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Amsterdam é só alegria!

Muita gente fala que quatro dias é pouco tempo para visitar uma cidade. Dependendo da cidade e de quantos passeios e locais você quer conhecer, é sim. Mas se você souber aproveitar seu tempo ao máximo e tentar seguir um roteirinho pré-estabelecido, quatro dias podem ser suficientes! Principalmente se a cidade não for tããão grande.

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Foi assim em Amsterdam! Eu e minha amiga estávamos em Londres e resolvemos ir pra lá de ônibus. Compramos o tíquete no site da National Express e viajamos a noite inteira, cerca de 11h de viagem. Mas não pensem que você vai dormindo e balançando o tempo inteiro dentro do ônibus não, porque é bem diferente!

Saímos da Victoria Coach Station, em Londres, e, quando chegamos em Dover, cidade costal inglesa, nosso ônibus entrou em uma balsa. Porém, não se pode ficar dentro do ônibus, o que não foi problema algum. A balsa é enorme, com restaurantes, lojas, sofás enormes para tirar um cochilo e, para a alegria da minha amiga, fliperama! Ela subiu numa motoca e quase que segue viagem para Amsterdam ali em cima mesmo! 

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O trajeto na balsa levou cerca de 1h30 e deu aquela quebrada na monotonia da viagem noturna de ônibus. De volta à terra firme, dormimos até chegarmos em Amsterdam. 

O clima estava nublado, mas não muito frio. As placas de sinalização são ilegíveis para nós, que falamos apenas Português e Inglês. Mas, com a ajuda de um mapa, tudo fica mais fácil. Descobrimos um ônibus elétrico que nos levou até próximo ao nosso hotel, onde deixamos as malas e já saímos para desbravar aquela linda cidade, diga-se de passagem, um dos destinos mais populares da Europa.

Nosso hotel ficava bem pertinho do parque mais famoso de Amsterdam, o Vondelpark, então, essa foi nossa primeira parada! Andamos um pouco pelas trilhas, em meio às árvores e lagos! É realmente um lugar lindo e relaxante, que merece ser visitado.

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De lá, fomos perambular pelos famosos canais. São mais de 160 deles, interligados por mais de 1.000 pontes. Ao redor, as compridas e estreitas casinhas holandesas, geralmente pintadas de marrom e com janelões, completam o cenário.

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As ruas sempre lotadas de gente e, claro, de bicicletas, algo que por sinal me arrependo de não ter feito. Então, quem estiver planejando ir pra lá, inclua o passeio de bike na lista do que fazer. Caso contrário, entrará para o time dos arrependidos do qual faço parte. Só não vá esquecer onde estacionou sua magrela, pois os estacionamentos de bicicletas são de perder de vista. Algo impressionante! 

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Também fizemos o passeio de barco pelos canais. Uma forma de admirar esta belíssima cidade por um ângulo diferente e, também, uma maneira de ver de pertinho as famosas casas flutuantes, que são muitas e lindas!!

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No dia seguinte foi a vez de conhecer um pouco mais sobre uma das cervejas mais famosas (e gostosas) do mundo: a Heineken!

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A birita tem um museu especialmente para contar sua trajetória desde quando foi criada, em 1873, até hoje! O museu é super interativo e os visitantes podem provar a cerveja em vários estados de produção (o que não é nada gostoso)…

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Só mesmo no final conseguimos saboreá-la e sair bem alegres do Heineken Experience!

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E como não poderia deixar de mencionar, vai aí um passeio que deve estar sempre nos planos de quem visita Amsterdam: o Red Light District. Reserve algumas horas para perambular no famoso bairro dedicado ao entretenimento adulto, onde garotas de programa se exibem nas vitrines das casas rua afora. Isso começou com a necessidade das moças se protegerem do frio e hoje é uma das grandes atrações de Amsterdam.

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Por lá você vai ver todo tipo de gente e de todas as idades: homens, mulheres, famílias, idosos, crianças… o local é tão interessante que não passa batido por ninguém. Sex shops estão por toda parte e também tem um museu erótico para os que querem aprofundar um pouco mais no assunto. 

Ao redor do Red Light District, mais especificamente, no centro de Amsterdam, é onde estão concentradas dezenas de bares, restaurantes e coffee shops.

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Os coffee shops são pra lá de famosos, pois é onde são comercializadas drogas consideradas leves como maconha, haxixe e cogumelos, todos de uso tolerado, porém, dentro de uma política de fiscalização bem rigorosa. 

Os locais oferecem quitutes variados no cardápio como cookies, bolos, etc., que vão do ‘moderado’ ao ‘mais pesado’. Para mim, iniciante no assunto, sugeriram um cogumelo trufado. “No ano que vem”, disse a vendedora, “você pode se arriscar com um mais ‘pesadinho'”. (Veja a foto do cardápio com opções para todo mundo! A foto foi tirada da vitrine, mas dá para ter uma ideia de como os produtos são vendidos).

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Compramos o sugerido para nossas pessoas – não usuárias. Mas mal sabia eu que minha aventura não duraria nem 30 minutos. A barista explicou dos períodos de altos e baixos que o cogumelo provocaria, indo da euforia à calmaria em questão de minutos, por cerca de seis horas!!! Isso mesmo! O efeito dura aproximadamente seis horas. Também falou que não é bom consumir pelo período de uma hora após as refeições, para não prejudicar a digestão.

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Mas, apesar da aparência de uma fruta seca, o gosto é de fruta seca podre. Então, tivemos a brilhante ideia de misturar as nossas frutinhas podres em um potinho de sorvete e mandamos ver! Passados 30 minutos, eu já vendo vultos atrás de pessoas e carros e me sentindo fora do chão, senti um enjoo absurdo e passei muito mal. No mesmo momento, minha vertigem acabou e voltei ao estado de antes. Fiquei apenas me divertindo sã com as viagens de minha amiga nada sã e com a certeza absoluta de que a culpa foi toda do sorvete. E o efeito dura mesmo seis horas…

Mas deixando a loucura de lado, o qual faz parte da visita a Amsterdam, focamos na cultura! A cidade é cheia de museus para adultos e crianças, como o Madame Tussauds, o Amsterdam Museum, o Rijksmuseum – maravilhoso, diga-se de passagem -, e o mais bacana de todos na minha opinião: o Van Gogh Museum.

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Como o próprio nome já diz, o museu é dedicado a este artista plástico maravilhoso e, se assim podemos dizer, doido, por ter cortado a própria orelha com uma lâmina de barbear durante briga com um amigo e cometido suicídio aos 37 anos de idade. Apesar de ter sido diagnosticado com uma grave doença mental, ele é o autor de grandes obras como Starry Night, Sunflowers, Bedroom in Arles e muitas outras que podem ser conferidas no museu. 

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A casa de Anne Frank também é outra parada obrigatória. Localizada à beira do canal, está a residência em que ela morou com a família, a qual pode ser visitada.

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Anne Frank ficou mundialmente conhecida após a publicação do livro “O Diário de Anne Frank” em que ela relata os dois anos que ficou confinada com a família em um anexo no escritório de seu pai durante a Segunda Guerra Mundial. Livro e museu imperdíveis!

Mesmo tendo visitado as principais atrações da cidade, Amsterdam é daquele tipo de local que nos deixa com gostinho de quero mais. Talvez pelo fato de eu não ter pedalado por lá esse desejo fica ainda mais aguçado. Mas isso é o bom de não fazer tudo em uma única visita: você sempre terá uma desculpa para voltar.

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O fantástico aquário de Monterey

Já falei aqui sobre Carmel. E, logo ali pertinho, está a pequena cidade de Monterey, na costa pacífica da Califórnia central. A cidade é bastante antiga e grande importância para todo o estado, tendo sido capital enquanto administrado pela Nova Espanha e pelo México. Foi lá que surgiram o primeiro jornal, edifício público, teatro, biblioteca pública do estado.

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Ao caminhar pelo centro, em especial pela Cannery Row, uma das principais ruas da cidade, temos a impressão de estarmos no velho oeste, em meio a construções em madeira e pontes suspensas nas ruas. Uma graça!

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Mas, uma das principais atrações da cidade, certamente, um dos principais motivos de tantos turistas passando por lá é o Monterey Bay Aquarium. Este é um dos maiores e mais conhecidos aquários de água sagada do mundo! Para visitá-lo, reserve uma manhã inteiro, pelo menos. São mais de 35 mil plantas e animais, entre eles, polvos, moreias, sardinhas, tubarões, tartarugas, cavalos-marinhos e águas-vivas. Estas são, sem dúvida, as que mais me chamaram atenção pelas suas cores intensas e movimentos hipnotisantes. Parece mais uma viagem psicodélica do que qualquer outra coisa. Tem também pinguins fofos que ficam o tempo todo brincando e arrancando risadas dos visitantes.

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Não deixe de visitar a área externa do aquário, de onde se pode avistar as lindas e simpáticas lontras se divertindo em seu grande tanque. Há, inclusive, um mini cinema, onde se pode assistir ao vídeo sobre o resgate de uma lontra bebê, que se perdeu dos pais e foi resgatada pela equipe do aquário. Uma fofura sem fim.

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O aquário conta também com uma área interativa para as crianças e com exposições variadas sobre a vida marinha. Um passeio que não pode deixar de ser feito por crianças e por adultos. Afinal, é sempre bom voltar à infância!

* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

Nada como Napa!

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Napa Valley, uma das mais conhecidas regiões vinícolas do mundo, fica aqui na Califórnia. E o melhor, pertinho da minha casa, a apenas uns 45 minutos. São vinícolas e mais vinícolas a serem visitadas na região, sendo que todas elas estão condensadas nos cerca de 60km de distância entre Carneros e Calistoga. Além disso, as belíssimas paisagens nos fazem amar ainda mais o vale de Napa.

Os vinhos vão desde os Chardonnay ao Zinfandel, passando pelo Pinot Noir, Cabernet e vários outros. E as vinícolas também variam das maiores e bastante conhecidas como Domaine Carneros, Domaine Chandon, Beringer e Robert Mondavi até aquelas pequenas e caseiras. Por isso, antes de ir a Napa, o melhor a se fazer é pegar um mapa e listar aquelas a serem visitadas. Para montar um bom roteiro, a dica é acessar o site oficial da região, onde se pode encontrar informações sobre onde ficar, quais vinícolas ir, meios de transporte, etc.

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Como moro perto, posso sempre ir e, a cada visita, selecionar algumas delas. Mas, foi na minha última ida a Napa que fiquei encantada com duas em especial. O Castello de Amorosa, em Calistoga, e a Domaine Chandon, em Yontville.

Começando pelo Castelo Di Amorosa, chegamos lá logo cedo e pudemos ver os primeiros raios de sol iluminando o belíssimo castelo em estilo italiano. O local foi mesmo erguido com o objetivo de fazer ali uma vinícola e atrair turistas pela grandiosidade da construção, sonho do proprietário, que é filho de italiano e amante de vinhos.

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No entanto, mesmo não sendo um castelo “de verdade”, que já tenha sido habitado, a visita vale a pena. Você pode conhecer partes do castelo e ainda fazer a degustação dos vinhos produzidos no local, os quais somente são encontrados na vinícola, não sendo vendidos para restaurantes e supermercados! Ao visitá-lo, não deixe de subir à torre do castelo, que proporciona uma linda vista das plantações.

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Já a Domaine Chandon, trouxe para Napa Valley a tradição francesa da produção de um dos mais conhecidos espumantes do mundo. Repleto de turistas, a maioria jovem, o local mais parece uma festa!

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Com mesas na varanda, cercadas por uma belo jardim, as pessoas degustavam os mais variados tipos de espumantes para refrescar o calor que fazia em Napa naquele dia. Uma delícia de ambiente e, e claro, de espumante. A Domaine Chandon oferece tours pelos pairreirais, pela produção e, ao final, degustação dos espumantes produzidos com as uvas californianas.

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Uma vez em Napa (ficou bonito isso!), não deixe também de ir ao mercado Oxbowl, em Napa Valley. Salames, presuntos, queijos e todos os demais frios que imaginar, além, é óbvio, vinhos podem ser encontrados e degustados por lá!

Além de tudo isso, Napa Valley oferece passeios incríveis como voos de balões pela região e um incrível tour no Wine Train, que passa por todas as cidades e inclui refeição (almoço ou jantar) e degustação de vinho. Bom, são infinitas as opções de tours e, por isso, sempre que visitar algo novo, contarei por aqui!

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Carmel de João e Maria

Carmel é daquelas cidades que você se encanta na primeira, apaixona na segunda e morre de amores na terceira visita. Foi assim que aconteceu comigo. O lugar, que mais parece cenário daquela história “João e Maria”, com as casas lindas, feitas de doces e chocolates (chocolate, para mim, não é apenas um doce… vai muito além disso!), fica no litoral da Califórnia – no condado de Monterrey -, e é banhado pelo Pacífico. Bem pequena, a cidade ficou conhecida mundialmente após ter como prefeito o ator Clint Eastwood, entre 1986 e 1988.

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As casas são todas lindas, cercadas de grandes árvores e belos jardins. Mas é a avenida principal, a Ocean Avenue, que mais chama atenção. Por toda a sua extensão, lojas de souvenirs, restaurantes, cafés, patiseries e galerias de arte se instalam nas tais casinhas de João e Maria. Cada esquina mais linda do que a outra. E o melhor, se você descer toda a avenida chegará à bela praia de Carmel, com areia larga e vegetação por toda a orla!

Carmel Beach

Carmel Beach

Do lado direito, avista-se ainda a famosa praia de Pebble Beach, que dá nome a um dos mais belos condomínios residenciais e de campos de golf do país, incluindo o Pebble Beach Golf Links. Caso queira conhecer a região, é possível atravessá-lo de carro, dirigindo pela famosa 17 Mille-Drive, que corta o condomínio de uma ponta à outra. Para isso, paga-se apenas uma taxa de pedágio no valor de U$ 9. Além dos campos de golf, Pebble Beach também é fomosa por sediar, anualmente, uma exposição de carros clásicos e de luxo.

Pebble Beach

Pebble Beach

Voltando ao centro de Carmel, uma boa dica é almoçar no restaurante The Grill on Ocean Avenue, com excelente atendimento e comida maravilhosa! E também, não deixe de visitar a Basílica de San Carlos Borromeo Del Rio Carmelo, mais conhecida como Carmel Mission. Antes de visitar a cidade pela primeira vez, eu tinha visto imagens da igreja na internet e virou, para mim, um ponto imperdível a ser conhecido. Na primeira visita, fomos até lá, mas estava fechada. Na segunda vez, a mesma coisa. Já na terceira, recentemente, com minha mãe, demos a sorte de pegá-la aberta! Um sonho de igreja, que hoje é tida como monumento da Missionary of the Cross – Missionários da Cruz. Para se ter uma ideia, ela foi construída em 1793 e é toda feita em pedra. Com o passar do tempo, ela foi se transformando em ruínas e, após os Estados Unidos tomarem o controle da Califórnia, em 1846, ela começou a ser reconstruída. A visita mais ilustre à basílica Carmel Mission foi do papa João Paulo II, em 1987. Hoje ela é um marco na cidade e deve ser visitada por quem for a este encantador lugar!

Carmel Mission

Carmel Mission

* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

South Lake Tahoe, paraíso da neve, sem neve!

Engana-se quem pensa que visitar South Lake Tahoe no inverno é garantia de ver neve! Pode até ser, desde que suba até uma estação de esqui e se satisfaça em vê-la já caída, o que não deixa de ser maravilhoso! Mas, ver neve por toda a cidade e os telhados das casas branquinhos, desista! Já faz algum tempo que Lake Tahoe não sabe o que é isto. Não à toa, o novo lema do local é ‘pray for snow’, em português, reze pela neve.

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Mas isso não é empecilho para visitar South Lake Tahoe, uma das mais famosas estações de esqui dos Estados Unidos, localizada na divisa da Califórnia e Nevada. Pelo contrário! A cidade é linda e merece ser conhecida em qualquer estação do ano.

Ladeada pelo enorme lago que lhe deu o nome, South Lake Tahoe é um local bastante rústico, com pousadas e hotéis de madeira predominante, diversos campings, bares e restaurantes para todos os gostos! A não ser que você caminhe para o lado de Nevada, onde estão enormes hotéis/casinos super modernos como o Harveys e o Harrah’s, um paraíso para quem gosta de tentar a sorte nos caça-níqueis e roletas, passeio imperdível para quem estiver por lá. Tentei, porém, como da outra vez, não foi dessa vez! Mas valeu a diversão!

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Um dia da viagem merece ser reservado para subir à montanha de esqui mais famosa da cidade, a Heavenly. Um passeio sensacional para quem esquia ou não! Para chegar até o topo, pega-se uma gôndola (bondinho) no centro da cidade! O preço (um pouquinho salgado) varia dependendo da sua intenção, se vai esquiar ou só mesmo subir para ver a neve e o movimento. De toda forma, só o trajeto feito pelo bondinho já paga o ingresso! Subindo pela beira da montanha, quanto mais alto, claro, mais linda a vista do lago e da cidade.

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No meio da subida, há um mirante onde podemos descer para admirar toda a beleza diante dos nossos olhos. Depois continuamos até chegarmos às estações de esqui. Parece outra cidade! O cenário é composto por um enorme restaurante, com mesinhas na neve, DJ e gente pra todo lado esquiando, praticando snowboard ou descendo as montanhas em boias gigantes! Da base da estação, conseguimos avistar uma descida enorme, para profissionais, além da pista de iniciantes e intermediários. Já para longe de nossa visão, há mais uma infinidade de pistas para todos os gostos e níveis.

Na cidade, aos pés da Heavenly, os restaurantes com mesas do lado de fora e lareiras gigantes acolhem e animam os visitantes. Destaque para o Base Camp e suas pizzas deliciosas e para o Gunbarrel, o mais animado e com melhor atendimento!

Reserve também um dia para conhecer a praia de Lake Tahoe ao redor do lago e também para ir até o Emerald Bay State Park, uma baía de águas cristalinas, onde podem ser praticadas atividades como hiking, canoagem, snorkeling, picnic, pescaria, camping e várias outras! A paisagem é maravilhosa!

Agora que o inverno californiano acabou (ele é bem tímido, por sinal), é hora de começar a me preparar para voltar no verão! O negócio é curtir a cidade, seja a estação que for!

Serviço

Como chegar

– Saindo de São Francisco, vá pela Interestadual 80 leste até chegar à capital da Califórnia, Sacramento, e, de lá, siga pela estadual 50 leste até chegar a Lake Tahoe.

Onde ficar

– Tahoe Beach and Ski Club – 3601 Lake Tahoe Boulevard – (530) 541-6220

Onde comer

– Base camp: 1001 Heavenly Village Way – (530) 544-2273
– The Gunbarrel Tavern: 1001 Heavenly Village Way (530) 542-1460

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* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

Mount Shasta é pura magia

A princípio, a viagem era para ver de perto o famoso Mount Shasta, vulcão localizado no norte da Califórnia, segundo maior pico da Cascade Range, cadeia montanhosa que vai do Canadá até a Califórnia. A expectativa pela neve também era grande, uma vez que, nesta época, o frio já aperta nessa região do estado. Mas, nos dias antes da viagem, a previsão do tempo veio me desanimando com relação à neve e, para confessar, também ao vulcão, já que a chuva dominava a área e avistar uma montanha altíssima em dias chuvosos é impossível. Mas, cancelar a viagem estava fora de cogitação.

No trajeto de Walnut Creek até Shasta, duas paradas se fizeram obrigatórias: a primeira delas no outlet em Vacaville, para aproveitar os descontos da Black Friday; e, a segunda, no Casino Rolling Hills, onde ganhamos uns trocadinhos que, lógico, foram gastos na viagem.

Quase chegando lá, vi que, realmente, ver o vulcão não seria possível daquela vez. O frio estava demais e a chuva também. Mas nada disso atrapalhou a viagem. O lugar é uma graça! A cidade é bem pequenininha (3400 habitantes), com uma rua principal no centro. Ficamos no Shasta Inn hotel, super aconchegante, bem no estilo do local, com paredes de madeira, lareira e bom atendimento. À noite, um show de jazz ao vivo atraiu – acho que todos – os turistas do local para o nosso hotel! De dia, conhemos as cidadezinhas da região, como Dusmuir e Weed, visitamos o Lake Siskiyou e, claro, durante todo o tempo, aproveitamos para experimentar a gastronomia da cidade. Quem passar por lá não pode deixar de tomar café da manhã no Lily’s, de provar a comida mexicana do Casa Ramos e nem de provar as delícias do Mount Shasta Pastry. À noite, o ‘point’ é o Vet’s Club, o bar mais antigo da cidade e, segredo, parece ser o único. Vale a pena conferir.

Mas, o ponto alto da viagem foi quando, de teimosos, insistindo em ver o pico do Mount Shasta naquele restinho de esperança, pegamos o carro e fomos subindo a montanha, com uma neblina super forte nos acompanhando. Mais lá para cima, começamos a ver gelo nas matas ao redor da estrada. Continuamos até nos depararmos com a pista encoberta pela neve, assim como toda a vegetação. Paramos para tirar algumas fotos e a neve voltou a cair. Ficamos por lá curtindo-na um pouco, já que não poderíamos subir mais, por estarmos sem corrente nos pneus do carro e também por sabermos que não veríamos mesmo o Mount Shasta por inteiro. Mas, também, quem quer ver algo mais estando diante deste espetáculo da natureza?

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* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

Lake Merritt, em Oakland, merece toda a nossa atenção!

Quando se fala em visitar a Califórnia, as pessoas pensam, quase sempre, em três cidades: Los Angeles, San Francisco e San Diego. Realmente, estas são as mais turísticas e mais visitadas do estado. Porém, os arredores podem guardar as melhores surpresas. Neste final de semana, por exemplo, fui conhecer o Lake Merritt, em Oakland, cidade vizinha de San Francisco, e me encantei, não apenas com o lago, mas com a cidade inteira.

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Antes, eu a enxergava mais como a cidade portuária da Bay Area, mas pude ver que o lugar tem muito mais a oferecer. O Lake Merritt, por exemplo, é um ponto que vale a pena ser visitado. Com 5,5 km de extensão, é circundado por ilhas artificiais que refugiam aves; boat center, onde podem ser alugados botes, canoas e aulas de remo; um parque infantil, o Children’s Faryland; além de belos edifícios e uma pista de jogging ao longo de todo o percurso.

Aos domingos, o movimento é intenso. Gente indo e vindo, correndo, caminhando e pedalando. Com pouco tempo em cima de uma bicicleta pudemos conhecê-lo por inteiro e ainda paramos para fotos e para admirar as vistas de diversos ângulos.

Vale destacar que o Lake Merritt foi constituído como o primeiro refúgio de vida selvagem do país, em 1870, e listado no National Register of Historic Places (Registro Nacional de Lugares Históricos), em 1966. Para chegar até Oakland e visitar o Lake Marritt, basta pegar a linda Bay Bridge, que já citei em outras notas!

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* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

Só falta o Forest Gump

Sabe aquele restaurante que você vai pela primeira vez e se apaixona? Não só pela comida (que nem foi o ponto alto a meu ver), mas pela ambientação e temática! Foi assim que aconteceu na minha primeira visita ao Bubba Gump Shrimp Co., em Monterrey, na Califórnia. Na realidade, trata-se de uma grande rede, com lojas em diversas cidades norte-americanas e também fora do país, como Hong Kong, Londres, Kuala Lumpur, Tokyo e outras.

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Dizem que a vida imita a arte e foi isso que inspirou o grupo a inaugurar o restaurante de frutos do mar baseado em um dos filmes mais incríveis da história do cinema: Forrest Gump, estrelado por Tom Hanks. Quem assistiu se lembra que o melhor amigo de Forrest, o Bubba, era apaixonado por camarões e, após ele morrer, Forrest presta uma homenagem ao amigo ao criar a Bubba Gump Shrimp Co.

Pegando carona no sucesso do filme, a rede começou sua história justamente em Monterrey, em 1996, e, de lá para cá, não parou mais de crescer. A decoração encanta logo na entrada, nos dando a sensação de estarmos no set do filme, devido às réplicas de objetos de Forrest, como mala, sapatos, camisas, etc. As telas espelhadas pelo salão, claro, são preenchidas pelo filme Forrest Gump. Para que o garçon vá a sua mesa, basta deixar à vista a placa escrita ‘Run, Forrest, Run’. Para desmontrar que está satisfeito, a placa ‘Stop, Forrest, stop’ faz as vezes. Aliás, ficar satisfeito no Bubba Gump é tarefa simples, vide o tamanho dos pratos, sempre bem servidos.

O cardápio é bastante variado, quase todo composto por frutos do mar e com opções para todos os gostos. Mas, vamos assumir que o camarão é a estrela do local, aparecendo nas formas assada, frita, salgada, doce, e por aí vai! Isso sem contar com a loja, onde se pode comprar diversos itens referentes ao filme!

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* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

Walnut Creek, a mais linda cidade da Bay Area!

Três meses após minha chegada, posso dizer que estou, parcialmente, ambientada. A saudade ainda aperta e me faz saber que o Brasil é, definitivamente, o meu lugar! No entanto, eu vim por livre e espontânea vontade e vou seguindo super feliz com minha nova vida, cheia de descobertas e aprendizados.

Moro em uma cidade linda, segura, limpa e com pessoas educadas. Até o nome é uma graça: Walnut Creek, traduzindo, riacho de nozes, representado, logicamente, por um riacho que percorre boa parte da cidade e por inúmeros esquilos que aqui vivem, comprovando que, por aqui, tem nozes!

Aqui os dias são lindos, sem uma nuvem no céu. Agora estamos em pleno outono, com as folhas das árvores mudando de cor, temperaturas baixando, indo dos 9 aos 18 graus Celsius, e a noite chegando mais cedo, por volta das 17h30! Uma deliciosa forma de nos prepararmos para a chegada do inverno!

Árvores vermelhas! Mais lindo outono do mundo!

Típico outono norte-americano!

Na cidade, as ruas são largas e arborizadas. O centro, minha nossa! Segura o bolso! O Broadway Plaza, shopping center daqui, é a céu aberto e traz lojas como Neyman Marcus, Apple, Coach, Sephora, Kate Espade, Victoria Secret, Bare Minerals, entre outras. Além disso, lojas como Forever 21, Macy’s, Nordstrom e Target também estão por aqui! Percebo que muita gente de cidades vizinhas vem a Walnut Creek para compras ou até mesmo para aproveitar a noite agitada e a infinidade de restaurantes. Um receptivo e tanto, não é mesmo?

Simpática pracinha no centro de Walnut Creek

Simpática pracinha no centro de Walnut Creek

Quem for visitar São Francisco, vale a pena pegar o carro e conhecer as cidades da Bay Area, lindas, aconchegantes e com diversas atrações, a começar pela Bay Bridge, a ponte que divide San Fran da região! Mapa nas mãos e divirta-se!

* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.