Preparem suas casas! O Halloween vem aí!

Aqui nos Estados Unidos é assim: vem chegando uma data especial e todas as casas, ruas e comércios são decorados para comemorar! Desde o começo de outubro, as pessoas estão se superando nos preparativos para o Halloween, data que aqui é levada a sério.

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Como surgiu tal festa, eu contei aqui no ano passado! Agora, este ano, quero compartilhar algumas imagens de como anda a vizinhança! Cada uma mais divertida (ou seria assustadora?!?) do que a outra! Confiram nas fotos!

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Para comer feito gente grande

Aqui nos Estados Unidos comer é uma tarefa para quem não brinca em serviço. Qualquer porção individual, praticamente, serve muito bem duas pessoas. E foi pensando no tamanho de seus pratos que o restaurant Black Angus Steakhouse, que tem várias casas espalhadas pela baía de San Francisco, Califórnia, lançou uma promoção.

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Por $42,00 duas pessoas podem escolher qualquer das entradas do cardápio para compartilhar, um prato principal para cada pessoa e qualquer das sobremesas também a ser compartilhada (ainda bem, pois é tamanho família). As entradas vão de pão de alho a nachos com filé mignon, passando pelo mix de abobrinha apimentada, frango, batata assada e camarões, que foi nossa opção. Para o prato principal, pode-se escolher uma carne, que varia entre costelinha, angus bife, filé mignon, salmão, porco ou frango com dois acompanhamentos. Por fim, a sobremesa com uma deliciosa variedade como cheesecake, brownie ou cookie com sorvete, torta de cenoura ou de quarto chocolates.

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Para pagar este preço, é preciso levar um cupom, que pode ser encontrado na internet ou nas caixas de correio (yes!). O ambiente é super agradável, com decoração country e ótimo atendimento. Excelente pedida para quem gosta de comer bem a um preço justo. Bora lá?

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Pedalinho na Bay Area

Sabe aquele domingo que o céu está tão azul que é impossível ficar em casa? Aqui tem sido assim há um bom tempo! Então, temos aproveitado o final do verão para conhecer novos lugares e fazer tividades outdoor.

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Uma das deliciosas opções é visitar o Lafayette Reservoir Recreation Area, uma reserva localizada na cidade de Lafayette, na Bay Area, a 30 minutos de San Francisco. Lá, uma diversidade de atividades está à disposição dos visitantes. Playground para as crianças, áreas de picnic, pescaria, trilhas para hicking e bike e, o melhor, pedalinhos e barcos a remos!

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Optamos pelo pedalinho e nos exercitamos (muito) por cerca de 40 minutos. A ideia inicial foi alugar pelo período mínimo de 2h e máximo de 5h! Pobres de nós, que não pedalamos nem por 1h, por cansaço puro! Os músculos das pernas já estavam pedindo para parar! É uma atividade e tanto, além de ser super divertido e com um visual lindo! Na próxima vamos no barco a remo que comrpota mais pessoas para dividir o remo!

Lafeyette Reservoir Recreation Area
3849 Mount Diablo Boulevard
Lafayette, CA
(925)284-9669

Churrasco com gostinho de Brasil

Algumas semanas atrás tive o prazer de visitar a nova churrasquaria brasileira em San Jose, cidade ao sul da baía de San Francisco. A Fogo de Chão, que já tem várias casas espalhadas pelos Estados Unidos e por outros países, agora está aqui, pertinho de mim! Quem me conhece sabe da minha paixão por churrasco! Principalmente, quando preparado por profissionais como o desta churrascaria (ou por meus cunhados, que não fica atrás)!

Esta foi a primeira vez que fui à Fogo de Chão no exterior e, como padrão, o espaço é lindo, bem decorado e com equipe super treinada a nos receber bem do começo ao fim. Mas uma das coisas que me chamou bastante atenção, foi o buffet de saladas e frios. Geralmente, as churrascarias brasileiras daqui não oferecem muita variedade no buffet e nem sempre os pratos servidos nos enchem os olhos e a boca! Mas este sim, é ótimo! Claro que ainda fica longe do buffet das Fogo de Chão brasileiras e de outras churrascarias que temos no Brasil. No entanto, temos que levar em consideração que aqui muitos estrangeiros frequentam o local e é preciso se adequar da melhor forma possível.

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Como opções tem salaminho, copas, queijos variados, palmito, cogumelos, azeitonas, uns três ou quarto tipos de salada, legumes e verduras, salmão defumado, arroz, feijão preto e pão de queijo! Aqui eu até paro para contar um pouco mais! Simplesmente o melhor que já comi na vida! Tão bom que cheguei a perguntar se eles me venderiam um pacote para eu levar pra casa. Mas não aceitaram a proposta. Ele é preparado no local e a receita é segredo de estado!

Já as carnes, aplausos à parte! São mais de 16 cortes. Me contentei com poucos: cordeiro, picanha, fraldinha e alcatra! Mas todos os outros passavam ininterruptamente por nossa mesa.

O valor do rodízio pode ser considerado caro por muitos (principalmente aos finais de semana, quando cobram $ 55 por pessoa. Por mim, valeu cada centavo, pois a qualidade é indiscutível! Já a caipirinha, cuidado! O copo é minúsculo, a que faço é mais gostosa e custa $ 15.

No entanto, é uma delicia de lugar para matar saudade do nosso churrasco e depois passear pela Santana Row, a rua mais badalada da cidade, repleta de bares, restaurantes e lojas!

Fogo de Chão – San Jose
377 Santana Row #1090
San Jose, CA
(408)244-7001

A linda meia maratona de San Francisco!

Correr é um vício, uma paixão! E aliar essa atividade a outra paixão é ainda melhor: viajar para corer, ou correr na viagem…

Já fiz isso algumas vezes e sempre amei! Quando viajo para correr, ganho de brinde vistas lindas, pois o percurso é escolhido a dedo para encantar os corredores. Já quando corro nas viagens, o brinde são as surpresas dos caminhos que optamos por passar, uma vez que, durante um city tour ou uma caminhada, certamente, não passaríamos por tais lugares por questão de tempo, ou distância…

Antes da largada, com a Bay Bridge ao fundo

Antes da largada, com a Bay Bridge ao fundo

No último final de semana, não viajei para correr e nem corri na viagem. Apesar de que, se sair de uma cidade para correr na cidade vizinha for considerado viajar para correr, assim foi feito! Participei da Meia Maratona de San Francisco. Na verdade, da First Half Marathon, levando em consideração que os inscritos podem escolher entre a primeira e a segunda meia (que são a primeira e segunda metade da maratona). Claro que, boa turista que sou, escolhi a primeira, que passa pelo Embarcadero e atravessa a Golden Gate Bridge. Esses visuais sempre nos ajudam a manter o ritmo e nos incentivam durante a prova!

Paparazzi

Paparazzi

Esta não foi minha primeira meia maratona desde que cheguei aqui, mas foi a mais especial, a começar pelo cenário que, na minha opinião, é uma das cidades mais lindas do país! E também por ter me feito lembrar do treino que fiz um mês atrás com a cia de corrida mais especial do mundo! Minha irmã!!!

Mas vamos ao trajeto: começamos a prova às 5:40 da matina, saindo da frente do Ferry Building. Seguimos por todo o Embarcadero, passando pelo Pier 39, Fishermans Wharf, Marina, Crissy Field até chegar à Golden Gate Bridge. Nesta parte é até engraçado, pois vemos TODOS os corredores (com excessão dos profissionais, claro) preparando o celular para as fotos.

Atravessando a Golden gate Bridge! Momento mais especial da prova...

Atravessando a Golden gate Bridge! Momento mais especial da prova…

O macete é corer e fotografar ao mesmo tempo, porque não rola de parar para a foto, né? Assim você não perde tempo e nem atrapalha os outros corredores, que, com certeza, ficarão enjuriados se você parar no meio do caminho para tirar fotos. Infelizmente, saí mastigando meu carbogel nas fotos feitas por fotógrafos profissionais na ponte. Então, uma dica: nunca coma ou tome seu carboidrato enquanto passa pelos pontos turísticos. Um paparazzi pode registrar este momento.

Repor energia na GGB? Nunca mais...

Repor energia na GGB? Nunca mais…

Saindo da ponte, passamos pelo Presídio, descemos o morro ladeando o Pacífico, passamos pelo Richmond District até finalizar no Golden Gate Park.

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Resumindo: é uma prova mais puxada do que as meia maratonas que estou acostumada a fazer devido a alguns morros já do meio pro final do percurso. Mas, para quem corria em BH, correr em San Francisco é tranquilo. É bom também estar preparado para o vento na Golden Gate Bridge, que estava bem forte e contra. Já o clima, estava perfeito! Nem quente, nem frio e nublado! No mais, é uma ótima maneira de se exercitar e conhecer a orla da cidade formada pela baía de San Francisco e pelo oceano pacífico.

Cruzando a linha de chegada e controlando o pace!

Cruzando a linha de chegada e controlando o pace!

A prova foi no mesmo dia da Meia Maratona Caixa do Rio de Janeiro, a minha favorita, na qual eu marcava ponto já há alguns anos. O bom foi que compensei minha ausência na meia de SF, mas, sem dúvidas, a do Rio é ainda mais especial, seja pela beleza da cidade, seja pela energia e empolgação do povo brasileiro durante uma corrida de rua. Senti falta dessa alegria estampada por aqui!

Ano que vem, com certeza, estarei presente de novo, em uma ou em outra. O que vale é fazer o que gostamos com prazer, tênis no pé e sorriso no rosto!

Adoro coleacionar medalhas! Quero mais...

Adoro coleacionar medalhas! Quero mais…

Carteira de motorista sem burocracia!

Enquanto no Brasil a gente leva muito tempo e gasta rios de dinheiro para tirar carteira de motorista, uma vez que temos que cumprir carga horária de curso de legislação mais um mínimo pré-estabelecido de horas/aula de rua, aqui nos Estados Unidos o processo é rápido e barato! Quer dizer: a velocidade só depende de você!

Aqui, para maiores de 18 anos, e quem já tem carteira de outro país (meu caso) é assim: você vai ao Departamento de Veículos Automotores (DMV) e pede o livro das leis de trânsito. Ele é um pouco extenso, mas bem simples. O básico é o básico e o que muda são algumas leis. Após ler o livro e praticar simulados disponibilizados no próprio aplicativo do DMV, você marca para fazer a prova de legislação e paga o valor de U$ 33. São 46 questões de múltipla escolha e precisa-se acertar, pelo menos, 38. Ah, e ainda se tem a vantagem de, se reprovado, poder tentar mais duas vezes!

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Passando na prova escrita, imediatamente é emitida a permissão para dirigir – válida até que se passe no exame de rua – e já se pode marcar o teste de direção (mesmo tendo carteira de outro país, devemos fazê-lo). O bom é que, com a permissão, já podemos dirigir, desde que tenhamos um adulto habilitado ao nosso lado.

Marcado o exame de rua, basta ir ao DMV, acompanhado de uma pessoa habilitada (sempre!), para fazer o teste. Ele é bem rápido e fácil. Aqui, eles não têm a intenção de fazer pegadinhas e de te reprovar, para que você seja obrigado a pagar por mais aulas… O que eles querem saber é se você conhece as leis de trânsito e se não oferece nenhum risco nas ruas. Pedem o básico: mudar de faixa, dar ré, fazer conversões à esquerda e à direita, estacionar e só! E o melhor: você faz o teste em seu próprio carro e não precisa se preocupar com controle de embreagem, sendo que aqui 90% dos carros são automáticos! Na mesma hora você já sabe o resultado e pega sua carteira provisoria até a permanente, com validade de cinco anos, chegar! Bão ou não??

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P.S. Pessoas que não sabem dirigir não precisam fazer aulas de rua. Aquele adulto, que tem habilitação válida, pode te ensinar usando o próprio carro. Somente menores de 18 anos precisam cumprir algumas horas de aulas com instrutores credenciados.

* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

Residência permanente, entenda o processo

Primeiramente, gostaria de me desculpar com vocês pela ausência no último mês! Vocês sabem como a vida é corrida em qualquer canto do mundo. E, especialmente, neste mês, recebi visitas ilustríssimas (minha irmã e meu cunhado) e, claro, acabei ficando por conta deles, matando a saudade sem fim! Também estive um pouco ocupada com o processo final da obtenção do Permanent Resident Card, mais conhecido como Green Card. Muitas pessoas têm dúvida de como obtê-lo, principalmente aquelas que desejam morar aqui e poder trabalhar. Eu mesma não fazia ideia de como é o processo de obtenção, mas tinha em mente que era algo complicado.

Na verdade, são vários os motivos que possibilitam aplicar. Mas, a primeira coisa é deixar claro que o Green Card não é um tipo de visto. Os vistos permitem entrar no país com objetivos específicos, como turismo, trânsito, trabalho, estudos, etc., por um determinado período, podendo ou não ser prolongado na época do vencimento. Já o Green Card é uma permissão de residência no país por tempo inesgotável. Ou seja, você pode entrar e sair à vontade e viver praticamente como um cidadão americano (lembrando que alguns direitos são exclusivos do cidadão), desde que cumpra com as leis do país e com outras exigências específicas ao residente permanente.

Bom, os motivos para aplicar para obtenção do Green Card são vários, como graus de parentesco de cidadãos americanos; patrocínio de empregadores – que começa com o visto de trabalho e, mais tarde, pode ser convertido em aplicação para o Green Card -; casamento com cidadão americano; e, por fim, loteria! Sim. Loteria mesmo, tipo Mega Sena. A cada ano, o governo americano sorteia uma certa quantidade de Green Cards para moradores de outros países que desejam imigrar. Porém, nós brasileiros não podemos nos cadastrar mais por já sermos muitos por aqui! Admito que fiquei admirada com esta informação, pois nunca imaginei que se poderia ganhar a residência em um país pela loto! Algo, no mínimo, curioso!

Welcome to the USA. Immigration Welcome Letter and Green Card Closeup. United States Homeland Security.

Mas, aqueles que têm direito à aplicação, podem seguir dois caminhos: 1- contratar um advogado de imigração para cuidar de todo o processo, pois eles conhecem bem todos os passos a serem dados e podem ajudar em cada detalhe; 2- contratar a minha sogra!! Brincadeiras à parte, podem fazer por conta própria, que foi o caminho que escolhi, uma vez que não é nenhum bicho de sete cabeças. Mas eu tive a vantagem de contar com a grande ajuda da minha sogra, que já havia feito o processo algumas vezes e sabia todos os formulários que eu deveria preencher, parte mais complicada do processo a meu ver, pois um formulário, algumas vezes, só é válido com o preenchimento de um segundo. Por isso a dica mais importante é: leia as instruções de cada formulário antes de preenchê-lo e vá anotando cada documento que você precisará enviar junto, como certidões, identificações, outros formulários, etc. Tudo pode ser encontrado no site da imigração.

Com estas informações em mãos, basta preencher os formulários (com muita atenção e boa memória, pois é tudo em inglês e eles nos perguntam endereços de onde moramos em 1900 e bolinha!), juntar os documentos (originais e/ou cópias) e enviar para o escritório indicado de acordo com seu local de moradia.

A partir daí, é começar a contar os dias para receber as diversas correspondências que eles mandam. No caso da aplicação por meio do casamento, o processo é bem rápido – cerca de três meses desde o envio dos documentos até o recebimento do cartão de residência permanente. Neste período, eles enviam uma carta informando o recebimento dos documentos; uma agendando a coleta das impressões digitais e foto (já para o Green Card, então, vá arrumadinho). Na terceira, informam se o pedido de permissão de trabalho foi aceito ou não. Na quarta, enviam o cartão de permissão de trabalho. Na quinta, marcam uma entrevista para ser feita com o casal.

Esta é a parte que as pessoas mais ficam apreensivas, pois, por muitas vezes, os entrevistadores separam os casais para checar se eles realmente se conhecem ou se o casamento foi realizado somente com o objetivo de obter a residência. Mas, não há para que ter medo. A entrevista é super tranquila e esta situação só ocorre caso o entrevistador desconfie da veracidade do casamento. Ao final da entrevista, você já sabe o resultado da petição e, em uma semana já recebe o cartão e pode comprar as passagens para ir pro Brasil!!!! Porque vamos combinar: voltar pra casa é bom demais!

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* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.

Fluindo com o trânsito da Califórnia

Eu adoro dirigir! Mas confesso que não tenho um pingo de paciência com engarrafamentos. Não é todo mundo que é assim, como eu! Tem gente que até curte ficar horas para chegar a seu destino e, enquanto isso, escuta música, prepara a lista dos afazeres da semana, estuda, lê livros e até faz unha! Mas eu sou da que reclama e xinga o tempo inteiro, pois, para mim, tempo é dinheiro! Eu poderia estar malhando, lendo, assistindo a um bom filme, mas não! Completo tempo perdido! Mas, voltando ao começo, adoro dirigir! E, dirigir nos Estados Unidos então: mamão com açúcar!

Aqui, qualquer lugar é pertinho (ainda mais porque sou mineira)! Mas é pertinho mesmo, pois a gente pega as freeways, onde não existem sinais de trânsito e a velocidde máxima é de 65 milhas, ou 110 km/h, e, assim, chegamos super rápido em qualquer lugar. Na esquina da minha casa mesmo tem uma freeway que me leva para o centro da minha cidade, minha escola, San Francisco, cidades vizinhas, etc… Além disso, elas não tem buracos e contam com, no mínimo, três pistas em cada direcao. A sinalização e ótima e o pessoal anda no mesmo ritmo, apesar de que, no Brasil, as pessoas dirigem bem melhor do que aqui! Também, pudera, né? Quem dirige no Brasil se sai bem até na Índia!

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Outra coisa boa é que as direitas são sempre livres, mesmo que o sinal esteja fechado para quem vai entrar à direita. Você pode ir sem medo, que não será multado! A não ser que tenha uma placa dizendo que não pode virar à direita no sinal vermelho, claro. Mas, uma coisa que custei para me acostumar é que, aqui, os sinais ficam do outro lado da rua. Então, no começo, eu freava lá no meio do cruzamento e tinha que acabar avançando o sinal.

Já na hora de estacionar, outra vantagem! Não precisamos gastar uma grana para comprar os talões de estacionamento (faixa-azul) e ter que usá-los para ficar por apenas 5 minutos numa loja ou na padaria. Aqui, na frente de cada vaga na rua, tem uma maquininha onde se insere as moedas de acordo com o tempo que você ficará no local. Se for coisa rápida, uma moeda de 10 cents está de bom tamanho! Caso vá demorar mais, insira mais moedas ou seu cartão de crédito, que a maquininha vai te cobrar exatamente o tempo que você ficou estacionado ali! Mas não ouse estacionar e não pagar, pois, aqui, a polícia fica de cima mesmo e o canetão corre solto!

Falando em multas, por aqui não existem radares como no Brasil, nem os fixos e nem os pardais. Sendo assim, as multas de velocidade não chegam em casa. Elas lhe são entregues pessoalmente pelos policiais que patrulham ruas e estradas 24h por dia. Eles vêm atrás de você, ligam a sirene e você é obrigado a parar. Isso acontece caso ultrapasse a velocidade máxima permitida, faça conversões proibidas, dirija embriagado ou cometa qualquer infração de trânsito perto de um policial. O que não é legal nem aqui e nem na China, né? Por isso é bom sempre andar na linha e ficar de olho no retrovisor, lógico!

Agora, o melhor de tudo são os carros automáticos. Carro de câmbio manual é raridade por aqui! Todo mundo tem carro automático, o que torna ainda mais fácil e prazeroso dirigir! E eles sempre vêm bem equipados, diferente do Brasil, onde se deve pagar uma fortuna por cada item adicional!

Então, quando vier para cá, alugue um carro (não esqueça de tirar a permissão internacional para dirigir no Detran – fácil e rápido), conheça um pouco das leis de trânsito do estado (que variam de um para o outro) e faça das suas rotas mais uma forma de conhecer a América do Norte!

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Impressionante Alcatraz!

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Alcatraz, A Rocha, Prisão de Segurança Máxima. Todo mundo já ouviu falar dela, assistiu a algum filme ou leu um livro a respeito. E sempre as pessoas falam: “a prisão de Al Capone”. Sim! Esta mesmo. Ela não é mito e fica aqui, em San Francisco.

A desativada prisão é aberta ao público para que possam conhecê-la e desvendar seus mistérios. São milhares de turistas passando por lá anualmente, curiosos, principalmente, com a história da fuga de três prisioneiros que nunca foram encontrados. Sabe-se lá se afogaram, congelaram, foram devorados por tubarões. Aliás, esta história é muito bem contada no filme ‘Escape from Alcatraz’, com Clint Eastwood no papel do ex-presidiário Frank Morris. A prisão, localizada na pequena ilha a 2,4 km de San Francisco, funcionou como prisão federal entre 1933 e 1963. Depois disso, em 1969, foi ocupada por nativos ativistas de San Francisco. Já em 1972, se tornou área de recreação nacional e hoje é um importante patrimônio norte-americano.

O tour

O tour pela ilha começa no transporte, feito por barcos que navegam pela baía por 15 minutos até ancorarem na ilha de Alcatraz. Lá, os turistas podem caminhar livremente pelas dependências da ex-prisão, sendo a principal parte delas a área das celas. Para esta parte do tour, estão disponíveis guias em áudio para que os visitantes saibam o que se passou por ali. No áudio são contadas histórias da prisão, dos ex-prisioneiros e diversos fatos curiosos que aconteceram nos 29 anos de funcionamento. Um passeio imperdível para quem visita San Francisco.

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Alcatraz
Pier 33
Alcatraz Landing San Francisco, CA
Ingressos: alcatrazcruises.com

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Rumo a L.A. com as mãos no volante

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Para o começo do ano, estava nos planos uma viagem a Los Angeles com minha mãe, que veio me visitar! À princípio, eu tinha pensado em ir de avião, para ganhar tempo naquela cidade. Já minha mãe preferia ir de carro para conhecermos o interior do estado e curtirmos mais nosso tempo juntas!

Concordei! Adoro dirigir e não me assuto com o novo! Pelo contrário. Tudo para mim vira diversão! E eu sabia que, com experiência de dirigir nas estradas do Brasil (ou melhor, de Minas Gerais), isso aqui seria o paraíso!

E não deu outra! GPS ligado para não errar o caminho e lá fomos nós! Saímos de Walnut Creek às 8h e seguimos um pouco pela estrada 680, mais um pouco pela 580, até pegarmos a 5, uma reta sem fim, que nos deixou dentro de L.A às 13h30! Eu poderia até dormir se quisesse, tão reta é a via! Mas minha mãe cuidou dessa parte enquanto eu seguia admirando as belas paisagens, que vão desde fazendas e campos verdinhos até montanhas com o pico encoberto por neve! Na volta, desviamos a rota pela remota 46 e pela histórica 101 e paramos na cidade mais linda e cenográfica da Califórnia: Carmel! Para quem quer se aventurar de carro por essas bandas, minha dica é: vá (mas não sem um GPS) e descubra o belo interior norte-americano!

* Travel3 USA é uma coluna escrita para a revista Travel3, publicação de origem mineira, mas que não tem limites para viagens mundo afora. Acompanhe por aqui.